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Resultados ruins dentro do Campeonato Italiano foram decisivos para demissão de Montella

Gattuso foi confirmado como novo técnico do Milan, substituindo o demitido Montella
Reprodução
Gattuso foi confirmado como novo técnico do Milan, substituindo o demitido Montella

Após o empate sem gols contra o Torino, o Milan demitiu nesta segunda-feira o técnico Vincenzo Montella. Para seu lugar, a equipe rossonera já confirmou a contratação do ex-jogador e ídolo do clube Gennaro Gattuso .

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Montella havia chegado ao Milan em junho de 2016, mas não conseguiu realizar um bom trabalho nas duas temporadas em que ficou no comando do clube.

A demissão e a chegada de Gattuso foram confirmadas pelo próprio Milan em seu Twitter. "O Milan comunica a demissão de Vincenzo Montella do cargo de treinador da equipe principal. O comando técnico foi confiado a Gennaro Gattuso, que deixa seu posto como técnico das categorias de base. Nós desejamos um bom trabalho".

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Gattuso, de 39 anos, é um dos maiores ídolos do Milan e símbolo dos tempos de ouro da equipe rossonera. No entanto, o ex-jogador ainda não teve como técnico o mesmo sucesso como atleta.

No Campeonato italiano , o Milan ocupa a sétima colocação, com 20 pontos, na primeira posição fora da zona classificatória para as competições internacionais.

Punição ao clube

Segundo informou o jornal espanhol Marca nesta terça-feira (21), a Uefa pediu informações para o Milan após algumas suspeitas de que o clube não esteja cumprindo as regras do "fair play financeiro". Caso seja culpado, poderá ser, inclusive, excluído da Liga Europa nesta temporada, além de receber pesadas multas. A entidade passou a acompanhar a situação do time italiano após os mais de 200 milhões de euros gastos na última janela de transferências.

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De acordo com a publicação, as operações feitas pelo clube são "suspeitas". Assim, a desconfiança faz com que a Uefa pedisse ao clube, todos os documentos financeiros das transações. Além disso, a entidade estaria ainda investigando o processo de venda do time ao investidor chinês Li Yonghong, em uma operação que custou 740 milhões de euros.

Em sua conta do Twitter, Silvio Berlusconi, ex-presidente rossonero, explicou que os "chineses cumpriram os seus compromissos" durante a transação. "Para ceder o Milan, a Fininvest [holding da família Berlusconi] confiou em investidores, estúdios legais e bancos de nível internacional. Os compradores chineses sempre respeitaram pontualmente os compromissos firmados e um fundo importante como o Elliott confirmou que poderia garantir um empréstimo importantíssimo", escreveu.

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