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Artefato é proibido nos estádios brasileiros desde 2013 e o Batalhão de Choque é o responsável por coibir a entrada nos palcos do futebol

Torcedores fazem guerra de sinalizadores no futebol da Polônia
Reprodução
Torcedores fazem guerra de sinalizadores no futebol da Polônia

No futebol polonês, o fanatismo dos torcedores ultrapassam os limites do aceitável. É o que mostra um vídeo da torcida do  Arka Gdynia durante uma partida da segunda divisão do campeonato nacional, onde os fãs trocam tiros de sinalizadores com torcedores rivais, que estão numa arquibancada ao lado.

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O vídeo é de 2016, mas ele viralizou nos últimos dias nas redes sociais e mostra o risco que as pessoas correm com sinalizadores nos estádios.

Confira abaixo:

No Brasil não pode

Se vemos estas cenas no futebol do exterior, aqui no Brasil os sinalizadores estão proibidos desde o começo de 2013. O veto aos artefatos começou no estado de São Paulo, com o Batalhão de Choque da Polícia Militar fazendo a segurança nos estádios e coibindo a entrada de torcedores mal intencionados nos locais dos jogos, e hoje é estendida ao País todo.

"Se o objeto fizer fumaça, o árbitro vai paralisar a partida, chamar o policiamento e avisar ao delegado para que se possa identificar as pessoas que usaram. Isto é uma arma, pode ter o poder de um revólver", disse Marco Polo Del Nero, que na ocasião era o presidente da Federação Paulista de Futebol.

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"Não é segredo que as torcidas organizadas estão ligadas aos clubes. Pedimos, então, aos presidentes, que nos ajudem a coibir a entrada de fogos e sinalizadores em estádios. As torcidas levam os sinalizadores de madrugada, antes mesmo da chegada da polícia", comentou o dirigente, que atualmente é presidente da CBF.

Tolerância zero

Há um ano atrás, o então Comandante do 2º Batalhão de Choque da Polícia Militar de São Paulo, José Balestiero Filho deu um duro recado aos chefes das organizadas antes de um clássico entre Corinthians e Palmeiras.

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"No Pacaembu, agiremos com tolerância zero. Qualquer princípio de confusão será prontamente reprimido e não teremos sinalizadores em campo", disse o responsável pelo policiamento dos estádios. Foram 300 homens do Choque no clássico, sendo que 200 deles ficaram do lado de dentro do Pacaembu para tentar sustentar a paz.

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