
Cristiano Ronaldo sempre se colocou entre os grandes jogadores da história do futebol, mas costumava respeitar o trono de alguns atletas mais antigos no esporte. Desta vez, porém, o português, envolvido em polêmica recente com o técnico Jorge Jesus na seleção de Portugal, ignorou Pelé, Maradona, e o próprio Messi, com quem por muitas vezes dividiu protagonismo neste século, e afirmou ser o "maior jogador da história do futebol".
Número 1?

"Eu sou o maior da história. Ponto final. Quando se trata de marcar gols, os números falam por si. Eu não vou dizer que PRECISO chegar a 1.000 gols. Se eu chegar lá, fantástico”, revelou o português em entrevista à CNN Portugal.
O atacante também reclamou de não ser tão valorizado pelos atuais amantes do futebol, e citou que a preocupação de quem o assiste é irrelevante, e que não precisa marcar 1000 gols para provar o seu tamanho no futebol.
“As pessoas não estão valorizando o que eu estou fazendo agora. Elas estão mais preocupadas com quantos gols me faltam para chegar a 1.000. Eu não gosto disso. As coisas têm que acontecer naturalmente. Seja eu marcando 920, 925 ou 930 gols", revelou.
Polêmica com Jorge Jesus

Cristiano Ronaldo se envolveu em uma polêmica recente com Jorge Jesus, ex-técnico do Flamengo e atualmente à frente da seleção portuguesa. O episódio aconteceu durante o confronto com a Noruega, no final do mês de setembro, quando o atacante permaneceu cerca de 30 minutos no aquecimento, mas não foi utilizado pelo treinador.
A decisão teria provocado um desgaste na relação entre os dois. Segundo as informações sobre o caso, Jorge Jesus chegou a pedir desculpas a Ronaldo no vestiário e prometeu abordar o assunto publicamente. Na entrevista coletiva, porém, o técnico não cumpriu a expectativa e preferiu comparar o craque português a Pelé, além de afirmar que precisaria “puxar sua orelha”.
A postura do treinador aumentou a repercussão do episódio e alimentou especulações sobre o futuro de Cristiano Ronaldo na seleção portuguesa. Após a confusão, o atacante teria anunciado que não defenderia mais Portugal enquanto Jorge Jesus estivesse no comando da equipe.