Time do Papa? Cueva defende clube exótico da 1ª divisão peruana
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Time do Papa? Cueva defende clube exótico da 1ª divisão peruana

O meia Christian Cueva é um personagem conhecido no futebol brasileiro por suas passagens pelo São Paulo e pelo Santos. Jogador habilidoso e que não foge de polêmica, ele chamou a atenção por seu novo clube no Peru, o Juan Pablo II College, time que leva o nome e a imagem do Papa João Paulo II.

Cueva foi anunciado como novo reforço da equipe no início de dezembro. No último fim de semana, no dia 31, fez sua estreia, na primeira rodada da primeira divisão peruana, quando o clube empatou em 3 a 3 com o Cajamarca, com um gol do meia.

O Juan Pablo II College foi fundado em 24 de novembro de 2015, quando um grupo de alunos do 11º ano decidiu formar um time para competir na Segunda Divisão da Liga de Futebol do Distrito de Chongoyape. Assim, a equipe levou o nome da escola e acabou escalando as divisões inferiores do Peru.

Até que, em 2024, um projeto que inicialmente surgiu de um grupo de alunos chegou ao seu ápice. O time chegou à segunda divisão peruana e não só estreou como terminou com o vice-campeonato, garantindo o acesso à elite do futebol do país.

Em 2025, o Juan Pablo II College participou pela primeira vez da primeira divisão do Peru, onde terminou na 15ª colocação. Ao todo, a equipe somou 33 pontos em 35 jogos, com 8 vitórias, 9 empates e 18 derrotas. Assim, garantiu sua permanência na elite nacional para a temporada de 2026, que contará com Cueva em seu elenco.

Carreira

Cueva desembarcou no futebol brasileiro para defender o São Paulo, em 2016, onde se destacou e somou 87 jogos, 20 gols e 19 assistências. Depois, foi negociado com o Krasnodar, da Rússia.

Até que, em 2019, acertou com o Santos, que desembolsou US$ 7 milhões para contratá-lo. Porém, não conseguiu render e, ao ser pouco utilizado, pediu para deixar a equipe e forçou uma saída.

Em 2020, foi para o Pachuca, do México. Porém, o meia rompeu o contrato com o Peixe alegando atrasos salariais, treinamentos separados do restante do elenco e ausência em listas de inscrições em competições.

Assim, o Santos precisou acionar a FIFA para receber pela transferência de Cueva. A entidade deu ganho de causa ao clube brasileiro, que recebeu dos mexicanos R$ 23,9 milhões.

Depois do Pachuca, ele ainda defendeu o Yeni Malatyaspor, da Turquia, Alianza Lima e Cienciano, do Peru, e Emelec, do Equador, até desembarcar no Juan Pablo II College.

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