
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra três jogadores do Fortaleza trocando socos com vizinhos na rua. O episódio teria ocorrido em um condomínio de luxo no Eusébio, na Região Metropolitana da capital cearense, enquanto o motivo inicial seria o som alto na festa de réveillon dos atletas José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino.
No vídeo, também é possível observar outros quatro homens, duas mulheres que utilizavam cadeiras para atingir quem estava na briga, e um cachorro subindo nos envolvidos durante a confusão.
Nas redes sociais, moradores locais afirmaram que o tumulto começou após vizinhos reclamarem do som alto na residência em que a festa acontecia. O jogador Mancuso negou, e alegou que a confusão teria começado na noite anterior e na madrugada do réveillon, quando os vizinhos começaram a fazer comentários xenofóbicos para eles (que são argentinos) com provocações citando a queda do Fortaleza para a Série B do Brasileirão em 2026.

A partir disso, a discussão teria ganhado mais calor, culminando em uma troca de socos intensas no meio do condomínio. Um dos vizinhos envolvidos na polêmica passou por uma cirurgia no nariz após a briga. Ele alega ter sido mordido no nariz por José María Herrera, e afirma que corre risco de infecção e deformidade.
Sem nota
O Fortaleza afirma que acompanha de perto a situação, mas ainda não se manifestou sobre a confusão. O clube diz ainda que está prestando apoio aos atletas envolvidos na briga.
A equipe cearense fez a sua estreia na temporada 2026 empatando fora de casa por 0 a 0 contra o Ferroviário, pelo Estadual. Pochettino e Mancuso, dois dos atletas envolvidos na briga, começaram a partida no time titular. O Leão do Pici volta a campo nesta quinta-feira (15), contra o Quixadá, às 20h30, pela segunda rodada da competição.