Caso aconteceu na partida disputada no estádio San Carlos de Apoquindo
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Caso aconteceu na partida disputada no estádio San Carlos de Apoquindo

A Conmebol multou em 30 mil dólares (cerca de R$ 148 mil) a Universidad Católica-CHI em razão dos atos racistas de um torcedor durante a partida diante do Flamengo , no último dia 28, em Santiago, pela Libertadores. Vale lembrar que a entidade fez mudanças no Código de Disciplina com novas punições aos casos de racismo. Entre elas, incluir jogos com portões fechados. No entanto, a condenação à Católica ainda não segue a regra, pois as infrações aconteceram antes das alterações.

(Confira abaixo a galeria de fotos de Universidad Católica 2 x 3 Flamengo)


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Além disso, parte do Estádio San Carlos de Apoquindo foi interditado por três jogos – mais precisamente a Tribuna Ignacio Pietro. Torcedores da Católica arremessaram sinalizadores e pedras em direção à torcida do Flamengo. Outra multa, de 40 mil dólares (R$ 197 mil), foi aplicada por conta do vandalismo. Um dos feridos foi a criança Thiago Carvalho, de 10 anos.

“O Thiago está um pouquinho traumatizado, eu também. O que vimos ontem foi forte. (O Thiago) Está triste. Meu filho entrou no estádio feliz. Eu sou flamenguista, ele é chileno, eu sou mais fanática. Ele entrou feliz por ver o Isla, porque é chileno. Entrou rindo, feliz e saiu chorando com uma ferida no olho. O que ele viveu foi forte”, disse a mãe do Thiago. O jovem veio ao Rio para o jogo de volta nesta terça-feira, e antes conheceu as instalações do Flamengo e os jogadores no Ninho do Urubu.

Além do Flamengo, outros casos de racismo aconteceram em jogos da Libertadores, quando os brasileiros se encontram com times e torcedores do resto do continente. Foi o caso do jogo do Corinthians contra o Boca, onde um argentino que imitava macaco chegou a sair do estádio com a polícia, mas pagou fiança e foi solto. O jogo do Palmeiras, contra o Emelec, também teve o caso onde equatorianos chamavam os brasileiros de “macacos”.

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