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Acordo definitivo é o que se busca entre o Vasco e a 777 Partners , e isso deve se concretizar até maio, já que o projeto da SAF precisa ser aprovado por sócios e beneméritos do clube.

A expectativa entre dirigentes, sócios e torcedores é grande e o 1º vice-presidente do clube, Carlos Roberto Osório, afirmou que o Cruzmaltino está fechando "o maior negócio da história do futebol brasileiro".

“A 777 Partners se compromete a comprar 70% da futura SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Vasco, numa injeção de R$ 700 milhões. O valor total da SAF, portanto, seria de R$ 1 bi. Além disso, o fundo americano se propõe a saldar a dívida do clube, hoje em R$ 700 milhões. Ou seja, estamos falando de um montante de R$ 1,7 bilhão. Não há nada igual ou perto disso no futebol do Brasil”, disse Osório, em entrevista ao repórter Wellington Campos, da Rádio Tupi, que foi ao ar nesta terça-feira (22).

A duração do contrato em estudo não foi especificada pelo dirigente, que disse apenas que seria de longo prazo. Com 9 milhões de dólares em ativo, com participação em 50 empresas, 15 delas na área de esporte, mídia e entretenimento, Osório enalteceu o interesse da 777 Partners em investir no Vasco.

Carlos Roberto explicou que mesmo antes de a proposta formalizada, a 777 se ofereceu para dar um aporte de R$ 70 milhões, como empréstimo, para que o clube siga a temporada de 2022 com força para retornar a série A do Campeonato Brasileiro. Depois de o contrato ser assinado, mais R$ 120 milhões seriam liberados para o futebol.

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“Temos um prazo de 90 dias para a 777 fazer suas diligências, verificar todos os números do Vasco e aí então assinar contrato vinculante que vai ser levado aos poderes do clube para o “sim” ou “não” e até mesmo para que a Assembleia Geral se posicione com o voto dos nossos associados. Não tenho dúvidas de que o Vasco aprovará o caminho do futuro.”, disse o dirigente.

Durante as conversas sobre o acordo, a intenção da 777 é investir de imediato nas obras dos dois centros de treinamentos do clube no Estado, com instalação de sete campos, um miniestádio, vestiário, refeitórios e alojamento.

Em relação ao Estádio São Januário e às sedes da Lagoa e do Calabouço, o vice garantiu que não ficarão sob responsabilidade da SAF, e sim, do Vasco.

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