Erison celebra o gol da vitória contra o Vasco
Foto: Vitor Silva/Botafogo
Erison celebra o gol da vitória contra o Vasco


O Vasco perdeu por 1 a 0 para o Botafogo neste domingo, no Castelão de São Luís, pela sexta rodada do Campeonato Carioca. O gol da vitória alvinegra foi marcado por Erison. Agora, a equipe do técnico interino Lúcio Flávio subiu para a terceira colocação, enquanto o time de Zé Ricardo perdeu a chance de retomar a liderança e caiu para a quarta posição.

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Logo no início da partida, aos cinco minutos, o Botafogo assustou o Vasco após a cobrança de escanteio, quando o zagueiro Joel Carli desviou para o segundo pau, e o atacante Luiz Fernando cabeceou para fora.

Pouco tempo depois, aos 14 minutos, o Vasco chegou com o cruzamento do lateral-esquerdo Edimar para o meia Bruno Nazário finalizar de voleio. No entanto, a bola sobrou para o atacante Raniel, que dominou, girou o corpo e chutou torto.

Em seguida, o Cruz-Maltino tentou surpreender e, da mesma forma, não soube aproveitar a oportunidade após a jogada bem trabalhada de Gabriel Pec para Matheus Barbosa, que recebeu e finalizou para fora.

Aos 26 minutos, Raniel teve mais uma oportunidade e desperdiçou. Na ocasião, o meia Bruno Nazário cruzou para o atacante, que cabeceou e a bola foi para fora. Os lances do Vasco no primeiro tempo fizeram alusão à expressão “Quem não faz, leva!”.

E foi isso que aconteceu aos 32 minutos, quando a defesa do Vasco foi pega de surpresa no contra-ataque do Botafogo, com o atacante Diego Gonçalves avançando pela esquerda e cruzando rasteiro para Erison empurrar a bola para o fundo do gol. No primeiro momento, o bandeirinha marcou impedimento, mas o lance foi analisado pelo VAR e o juiz validou o gol.

Quando a partida reiniciou, o Botafogo descolou um longo lançamento para o meia-atacante Luiz Fernando, que dominou e partiu pela direita. O jogador cortou para dentro da área e finalizou cruzado para fora e com perigo para o gol de Thiago Rodrigues. Na reta final do primeiro tempo, as duas equipes economizaram nas jogadas e foram para o intervalo com o placar aberto para o Alvinegro.

No entanto, o Vasco voltou para o segundo tempo a fim de recuperar o prejuízo, e em duas oportunidades desperdiçou a chance de virar a partida. No primeiro minuto, o meia-atacante Nenê recebeu a bola no meio, avançou alguns metros e encheu o pé de fora da área, obrigando o goleiro Gatito a espalmar. Em seguida, a bola sobrou para Gabriel Pec que cabeceou fraco no rebote e a bola voltou sem perigo para o veterano paraguaio encaixar.

Pouco tempo depois, aos quatro minutos, o Cruz-Maltino ameaçou novamente. O meia Juninho partiu pela esquerda, deixando os adversários alvinegros para trás. Na ocasião, o jogador cruzou para o atacante Raniel, que finalizou e acertou o travessão. As melhores chances no início da etapa final foram criadas pelo Vasco, enquanto o Botafogo permaneceu preso na defesa em busca de um contra-ataque.

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Na metade da etapa final para o fim da partida, as duas equipes não conseguiram criar mais oportunidades e se chocaram durante todas as jogadas. Após fazer substituições, o Cruz-Maltino fortaleceu o meio-campo e dominou o segundo tempo. Por sua vez, o Botafogo mexeu também no time e focou na velocidade de Maranhão e Juninho para os contra-ataques, com lançamentos em profundidade.

As alterações conseguiram equilibrar a partida e não entregaram quem teria a melhor chance para decidir o clássico nesta sexta rodada do Campeonato Carioca. Por outro lado, aos 34 minutos, o atacante Maranhão aproveitou o erro da defesa do Vasco, avançou pela esquerda e finalizou em cima da defesa do Cruz-Maltino, que desviou para escanteio.

No final da partida, o goleiro Gatito chamou a responsabilidade e evitou o empate do Vasco em mais duas oportunidades. Na primeira, o meia Nenê, de fora da área, testou o arqueiro paraguaio com uma finalização colocada, obrigando o veterano alvinegro a espalmar para afastar o perigo.

A bola não saiu, e o Vasco devolveu a bola para dentro da área com um cruzamento de Riquelme para Figueiredo cabecear com estilo nas mãos de Gatito, que fez uma bela defesa. A pressão foi do Cruz-Maltino, que esbarrou nos últimos milagres do arqueiro experiente do Botafogo.

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