Jair Ventura é treinador do Juventude
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Jair Ventura é treinador do Juventude

O Juventude apostou na permanência do técnico Jair Ventura (veja fotos na galeria abaixo) como forma de tentar ter um ano mais tranquilo em 2022. Desde outubro no Jaconero, o ex-treinador de Corinthians, Santos e Botafogo livrou o clube gaúcho do rebaixamento na última temporada e espera, com a chegada dos novos reforços, fortalecer a equipe para a disputa das competições. 


“A gente buscou os reforços que achamos que se encaixam no perfil do Juventude. São jogadores que chegaram para somar e conseguimos manter uma boa base do ano passado. Estamos no mercado, toda oportunidade que surgir será analisada para o bem o time, coletivamente temos que estar bem forte para esse ano”, disse o técnico, em entrevista exclusiva ao iG Esporte. 

“Minha meta é fazer o time ser competitivo em todas os campeonatos, jogarmos com raça e com qualidade, isso já nos dá um bom começo para chegarmos ao final da temporada com o time bem. Estamos sempre em evolução e isso que é importante para o clube”.

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Como objetivo inicial na temporada, Ventura mira uma boa participação no Campeonato Gaúcho. O técnico prefere não contar com uma certa ‘fragilidade’ de Internacional e Grêmio, que ainda estão se reestruturando com novo técnico e uma reformulação no elenco respectivamente.

“O Juventude é um time grande, não temos que aproveitar da fragilidade de nenhum clube e sim conseguir nossos objetivos por méritos próprios. Estamos trabalhando muito para fazermos uma excelente temporada e entramos no estadual para vencer e chegar cada vez mais longe. Temos de respeitar nossos adversários, mas não iremos abaixar a cabeça para nenhum deles, faremos o nosso melhor sempre em campo”.

A chegada de uma onda de técnicos estrangeiros ao futebol tem feito clubes repensarem seus métodos de escolhas de profissionais e optarem por ‘fugir’ do mercado nacional. Parte da nova safra de treinadores, com 42 anos, Jair Ventura não vê como prejudicial para os brasileiros e defende a chegada de novas 'escolas' de jogo.

“Não vejo dessa forma, temos bons técnicos no mundo todo, onde ele nasce ou a sua idade, não defini se ele é bom… temos que ter os melhores trabalhando no Brasil, independente de onde nasceu, ou se é jovem ou experiente!”.

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