Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras
Foto: Cesar Greco / Palmeiras
Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras


O Palmeiras não vive um bom momento financeiro. Sem arrecadação por bilheteria e sem fazer contratações que possam arriscar a saúde financeira do clube, o Verdão terá mais um problema para lidar.

A Federação das Associações de Atletas Profissionais (FAAP) abriu um processo contra o Alviverde pedindo R$1,3 milhão. A notícia foi divulgada pelo portal "UOL".

A FAAP já possui processos anteriores contra o Verdão, que totalizam cerca de R$ 450 mil e são relativos às vendas do meio-campista Moisés, ao Shandong Luneng-CHI, e do lateral Lucas Cândido, ao RB Leipzig-ALE. Desta vez, a quantia é mais de duas vezes superior.

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A Federação cobra do clube percentuais dos salários pelo período equivalente a novembro de 2018 e janeiro de 2021. A lei diz que a FAAP tem direito a 0,5% do salário pago mensalmente a cada jogador.

O processo está baseado no art. 57 da Lei Pelé, que obrigava o clube a pagar 0,5% do salário de todos os atletas para a Federação e 0,8% das transferências ao FENAPAF. Este, porém, foi revogado em janeiro de 2021. Deste modo, a entidade cobra os valores relativos a anos anteriores, entendendo que, neste período, a lei ainda estava em vigor.

O Palmeiras não comenta processos em andamento na Justiça.


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