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Entidade organizadora da Copa América, a Conmebol autorizou as seleções a ficarem hospedadas nos próprios países durante a competição. A Associação do Futebol Argentino (AFA) confirmou, neste domingo, a presença no torneio e informou que a delegação ficará na cidade Ezeiza, em Buenos Aires.

De acordo com a AFA, a Conmebol permitiu que cada país escolhesse entre montar base no Brasil desde o começo ou chegar aqui, obrigatoriamente, 24 horas antes de cada partida, do primeiro jogo até o fim torneio.

“A Seleção Argentina confirma sua participação na Copa América 2021, tal como reflete seu espírito esportivo ao largo de sua história. Com um esforço enorme da Associação de Futebol Argentino (AFA), que usou de todas as ferramentas necessárias para poder garantir cada um dos cuidados específicos solicitados neste difícil momento que atravessamos. Todo o staff da seleção albiceleste trabalhará unido para se sobrepor diante desta adversidade que, lamentavelmente, afeta todos os sul-americanos de maneira igual”, declarou a AFA, por meio de uma nota.

Apesar da confirmação, quando ainda era discutido a sede da competição, a Argentina foi o primeiro país a se recusar. Em seguida, a Colômbia também se negou.

Na noite do último sábado, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), enviou uma nota aos jogadores e à comissão técnica da seleção brasileira, afirmando que, “na iminência de uma terceira onda da pandemia”, a Copa América não é “segura para o povo brasileiro”.

"A seleção é motivo de orgulho. Disputar a Copa pode até gerar troféu. Não disputar, em nome de vidas, significará sua maior conquista. Impossibilitado de apelar ao bom senso do presidente da República e da CBF, enviei nota aos atletas e à Comissão Técnica", escreveu Renan na publicação.

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