Breno
Paulo Fernandes/Vasco.com.br/Divulgação
Breno

Em uma semana movimentada em São Januário, o Vasco intensificou o processo de reformulação e calcula que economizará cerca de R$ 6,5 milhões com o distrato confirmado dos contratos de Yago Pikachu, Leonardo Gil e Gustavo Torres.

No entanto, o clube sofreu o revés em duas ações na Justiça do Trabalho que poderão abalar o curto orçamento de 2021.

Dispensado do Vasco ao fim do vínculo, em dezembro do ano passado, Breno entrou com uma ação no valor de pouco mais de R$ 13 milhões, como revelou o blog do jornalista Alsemo Gois.

No processo que corre na 71ª Vara do Trabalho, o zagueiro cobra valores quatro meses de salários atrasados, 13º pendentes de 2018 e 2020, férias, 36 meses de FGTS não depositados, multas, dano moral e, por fim, uma indenização sobre a não contratação de seguro obrigatório e sobre à estabilidade provisória.

Dono de um dos maiores salários na Colina, Breno não deixou saudade na arquibancada. Revelado pelo São Paulo, com passagem pelo badalado Bayern de Munique, da Alemanha, o zagueiro enfrentou uma série de lesões desde que desembarcou na Colina, em 2017. Desde então, disputou apenas 33 jogo, o último em agosto de 2018.

Nesse período, o zagueiro foi submetido a cinco cirurgias no joelho. O histórico de intervenções, com laudos médicos, foi citado na ação. Breno alega que a volta aos gramados, em 2018, foi precipitada, o que resultou em uma das cirurgias no joelho esquerdo.

No início da semana, uma pendência com outro zagueiro foi parar na Justiça. A empresa que participou da venda dos direitos de Dedé para o Cruzeiro, em 2013, cobra R$ 350 mil pela falta de pagamento da comissão na negociação.

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