Ronaldinho apareceu na live do grupo Revelação
Reprodução/Twitter
Ronaldinho apareceu na live do grupo Revelação

O ex-jogador de futebol brasileiro Ronaldinho, que está em prisão domiciliar no Paraguai há quatro meses, mas que pode deixar em breve aquele país , estaria aproveitando esse momento de cárcere em um luxuoso hotel para promover festas regadas a muito alcool e a presença de modelos. 

Segundo a mídia paraguaia, Ronaldinho e seu irmão desfrutaram de uma série de privilégios surpreendentes durante a pena, entre elas, a visita contínua de grupos de mulheres, com as quais os irmãos celebrariam festas noturnas até as primeiras horas da madrugada.

De acordo com a fonte citada pela citada pelos jornais daquele país, “há dias em que chegam pelo menos duas meninas". O informante garante ainda que essas mulheres chegam em vans e que algumas delas são personalidades famosas: “As conhecidas entram diretamente no estacionamento e as desconhecidas saltam na frente do hotel e depois o carro que as aborda se retira. Acontecem festas e karaokês", aponta.

Além dessas comemorações, que segundo a fonte são financiadas por empresários, o ex-jogador também receberia brindes diários, em forma de “cestas de café da manhã e lanche” e “vinhos caros e outras bebidas de alta qualidade”.

Vale lembrar que, diante da situação de emergência sanitária que vive o país sul-americano por conta do coronavírus, os irmãos Asis de Moreira seriam, na teoria, os únicos hóspedes do hotel.

Enquanto essa nova polêmica surge, o ex-jogador poderá ser posto em liberdade no dia 24 de agosto, data marcada por um juiz paraguaio para lhe aplicar a pena por uso de passaporte falso. O juiz do caso, Gustavo Amarilla, também vai decidir nesse dia sobre a situação processual de irmão do ex-jogador, Roberto de Assis Moreira.

Quatro promotores aconselharam ao juíz que Ronaldinho pague uma multa de US$ 90.000 "para reparar danos sociais". A partir daí, ocorreria a "suspensão condicional do processo", medida que não deixa antecedentes criminais. Já o irmão Asis - que sabia da irregularidade - teria que pagar uma multa de US$ 110 mil.

Além dos quatro meses em prisão domiciliar na capital Assunção, nos 30 dias anteriores, ambos ficaram detidos na sede da Polícia de Operações Especiais.

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