Tragédia no Ninho do Urubu
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Tragédia no Ninho do Urubu

Agora é oficial. Os indiciados no incêndio do Ninho do Urubu , que vitimou dez jovens atletas da base do Flamengo em fevereiro de 2019, responderão pelo crime de homicídio culposo, que ocorre quando uma pessoa tira a vida de outra sem a intenção, por negligência, imprudência ou imperícia.

A confirmação foi dada hoje pelo Ministério Público do Rio de Janeiro .

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O órgão revelou ainda que não é possível afirmar que houve dolo no incêndio, além disso, recusou a proposta dos indiciados para evitar um processo criminal. Após os indiciados serem notificados, o Ministério Público oferecerá a denúncia.

O MP também afirmou que o inquérito policial aponta para o indiciamento de antigos e atuais dirigentes do Flamengo e ressaltou que "por ora, não há como afirmar a ocorrência de dolo eventual no resultado da morte — não sendo viável deduzir ou intuir que os indiciados tivessem a potencial certeza da possibilidade do fato ocorrido no alojamento".

O Flamengo não vai se poscionar sobre o processo.

Quatro das famílias das vítimas fatais do incêndio já acertaram com o clube o pagamento de indenização. Um outro acerto foi feito, mas apenas com o pai de outra vítima.

aiba quem são os indiciados:

Danilo da Silva Duarte, engenheiro da NHJ;

Edson Colman da Silva, técnico em refrigeração;

Eduardo Bandeira de Mello , ex-presidente do Flamengo;

Fábio Hilário da Silva, engenheiro da NHJ;

Luis Felipe Pondé, engenheiro do Flamengo;

Marcelo Sá, engenheiro do Flamengo;

Marcus Vinícius Medeiros, monitor do Flamengo;

Weslley Gimenes, engenheiro da NHJ.

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