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Keisuke Honda, meia japonês do Botafogo
Divulgação/Botafogo
Keisuke Honda, meia japonês do Botafogo

Os clubes-empresa continuam chamando a atenção do mercado. Na semana passada, o Newcastle, uma das equipes mais tradicionais da Inglaterra e atualmente na Premier League, foi comprada por um fundo árabe. Depois da Terra da Rainha, esses investidores podem estar chegando ao Brasil - mais precisamente, para a Botafogo S/A. Pelo menos é o que garante Ricardo Rotenberg, membro do Comitê Executivo de Futebol do Glorioso.

- Conversamos com interessados em comprar o Newcastle e o Bordeaux. Teve um grupo árabe que se interessou bastante. Além disso, tem o Montenegro interessado e outros torcedores do Botafogo. Eu gostaria de ser um investidor, mas se tiver que colocar R$ 1 milhão vou ter que esperar um pouco. Se tiver 100 interessados para pôr R$ 100 mil, estou dentro - afirmou em entrevista ao "Canal do TF".

Os Magpies foram adquiridos pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, comandado por Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro do país, por 300 milhões de libras (R$ 2 bilhões, na cotação atual). A riqueza total dos investidores é avaliada em 320 bilhões de dólares (R$ 1,8 trilhão).

O projeto da Botafogo S/A, portanto, está evoluindo mesmo com a pandemia. Ricardo Rotenberg, contudo, afirma que a COVID-19 vai desacelerar o processo de profissionalização do departamento de futebol do Alvinegro. Desta forma, a equipe disputará o Brasileirão com a atual formatação social/econômica.

- A coisa estava caminhando, começou o ano meio confusa, mas a partir de fevereiro começou a caminhar muito bem essa história da S.A. Ser ou não ser esse ano depende de quando irá se normalizar a situação mundial (em relação à pandemia), no Brasil também. Se conseguirmos retomar a normalidade em julho, acho que há uma chance muito grande de em dezembro já sermos empresa. Isso significa que esse Campeonato Brasileiro seremos nós mesmos que vamos tocar - analisou.

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