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Ronaldinho Gaúcho
Reprodução
Ronaldinho Gaúcho

De acordo com Marcos Estigarribia e Alvaro Arias, advogados da empresária Dalia López, envolvida no caso da prisão de Ronaldinho e Assis, os irmãos fizeram depósitos e pediram a emissão dos passaportes paraguaios. Segundo o representante da acusada, os irmãos fizeram depósitos de 5 mil dólares (R$ 23 mil), cada um, nas contas do Banco Nacional de Desenvolvimento para agilizarem a retirada dos documentos.

A afirmação entre em contradição com a testemunha Paola Oliveira, esposa de Wilmondes Lira, empresário brasileiro que foi preso por envolvimento no caso das falsificações dos documentos. Ela havia entregado à Justiça provas de que López estaria envolvida diretamente na produção dos passaportes e identidades. Trocas de mensagens entre a empresária e Lira mostram fotos dos documentos prontos.

Dalia López, que teve pedido de prisão preventiva determinado pela Justiça do Paraguai, ainda não se apresentou para nenhuma autoridade. Inicialmente, a defesa de Ronaldinho e Assis havia alegado que o ex-jogador ia participar de um evento de uma fundação o qual a empresária é presidente. No entanto, os advogados disseram que os documentos falsos foram feitos para que os irmãos pudessem fazer negócio e investir na fundação da paraguaia.

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