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Vestiário após o clássico contra o Vasco dá sinais de que jogadores estão com a cabeça na final da Libertadores, que acontece no próximo dia 23, em Lima

A demora no vestiário do Flamengo após o empate com o Vasco não teve qualquer relação com cobrança mais intensa do técnico Jorge Jesus aos jogadores. Quando a equipe ganha folga no dia seguinte, os reservas treinam no campo do Maracanã, e todos aguardam que o elenco se reúna para a reza final. Foi o que aconteceu.

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Eldio Suzano / Photopress / Agência O Globo
Flamengo e Vasco fizeram clássico eletrizante no Maracanã


O que não quer dizer que não houve uma reflexão sobre o desempenho do Flamengo diante do Vasco pelo Brasileiro. No entanto, entre diretoria e jogadores, desde o começo da semana o foco já está no River Plate e na final da Libertadores . Nos bastidores, muitos admitem que é difícil não pensar no jogo do dia 23 a dez dias do encontro.

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Por isso, o técnico Jorge Jesus tratou o resultado no Maracanã como normal e evitou uma carga maior sobre seus comandados, inclusive durante a partida. A queda na parte física também foi levada em consideração.

Os cartões amarelos para Bruno Henrique, Gerson e Arão eram desejados, já que o trio precisava descansar em função do desgaste recente dos jogos. Além deles, outros jogadores devem ser preservados contra o Grêmio, como Rafinha e Filipe Luis.

Na saída do vestiário, alguns atletas lembraram que a partida de domingo é importante e vale como as demais, embora haja um planejamento em curso já de olho na final em Lima, na próxima semana.

Rafinha mesmo disse que não há pressa para ser campeão brasileiro, e tentou equilibrar os interesses, ao menos no discurso.

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- Estamos nos preparando para o Grêmio, nossa decisão é lá, nosso pensamento é só nisso. Negócio de se preparar para ser campeão é da porta pra fora. Temos feito bons jogos, a campanha é maravilhosa. Mas o último jogo é contra o Santos. Não temos pressa e vamos vivendo jogo a jogo, com os pés no chão - disse o jogador do Flamengo .

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