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Alexandre Durão/Código 19/Agência O Globo
Flamengo disputa título com o River

A mudança do local da final da Copa Libertadores para o Estádio Monumental de Lima, no Peru, causou um transtorno, de certa forma, óbvio. Torcedores que haviam comprados passagens aéreas e pacotes de turismo para Santiago, no Chile , precisam alterar também seus planos. Por estes torcedores é que o vice-presidente geral e de procuradoria do Flamengo , Rodrigo Dunshee de Abranches, cobrou as companhias aéreas.

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O dirigente, por meio de seu perfil pessoal no Twitter, pediu "responsabilidade social" às empresas que levariam torcedores rubro-negros para a capital chilena na final da Libertadores vem sendo palco de fortes protestos que já haviam paralisado as atividades esportivas do país. Na última terça-feira, a Conmebol alterou o local do último confronto da edição atual da principal competição do continente.

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Abranches afirmou que a mobilização junto a tais empresas vem sendo feita de forma institucional, e marcou redes de hotéis e companhias aéreas após o texto, além de citar também que pacotes terrestres também foram vendidos por causa da final da Libertadores.

Confira o texto do dirigente:

"Nós do Flamengo estamos pedindo às empresas envolvidas nos pacotes aéreos e terrestres para Santiago que facilitem a vida dos torcedores (clientes) que não tem culpa pelo cancelamento do jogo. Responsabilidade social e consideração é nessa hora que se mostra. Vamos ser justos!

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É imperioso que sejam devolvidos ou aproveitados os gastos feitos com passagens e hotéis. Parabéns à Latam por estar puxando a fila da ética e da honestidade. Espero que todos sigam o exemplo. Rumo à Lima!

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