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Mesmo após o recente "combo" de demissões, a competição segue distante das edições que bateram recordes de técnicos derrubados desde 2003

Rogério Ceni arrow-options
Twitter/Reprodução
Rogério Ceni foi demitido do Cruzeiro e retornou para o Fortaleza

O Campeonato Brasileiro de 2019 se encaminha apenas para a sua 23ª rodada, mas o número de técnicos demitidos vem chamando a atenção recentemente. Na última semana, quatro treinadores perderam o emprego em apenas 24h.

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A sequência de demissões começou na quinta-feira, 26 de setembro, quando Cuca deixou o São Paulo e Rogério Ceni foi desligado do Cruzeiro. Na manhã do dia seguinte, Zé Ricardo foi demitido do Fortaleza e Oswaldo de Oliveira caiu no Fluminense.

O "combo" de demissões continuou na terça-feira (01), com a saída de Enderson Moreira do Ceará. Com isso, o Campeonato Brasileiro chegou ao número de 15 demissões de treinadores , estatística que deve crescer até o final da competição.

Apesar do número alto de demissões, o Brasileirão deste ano ainda parece longe de atingir o recorde de trocas de técnicos da competição desde que ela começou a ser disputada por pontos corridos, em 2003.

Logo na primeira edição no formato, 41 treinadores perderam seus empregos no meio do caminho, registrando a maior marca histórica. Vale ressaltar que em 2003 e 2004 o campeonato era disputado por 24 equipes. Em 2005 foram 22 participantes, até que em 2006 o formato com 20 clubes entrou em prática. Desde então, o recorde pertence ao Campeonato Brasileiro de 2015, quando 32 técnicos foram demitidos durante a competição.

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Dividindo as demissões pelo números de rodadas do campeonato, o recorde segue sendo do ano de 2003, com média de 0,89 técnicos demitidos a cada rodada, seguido pelos anos de 2004 e 2015.

Confira o histórico no infográfico abaixo: