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Em entrevista a um programa de televisão, o jogador, que está preso em regime fechado, revelou que apesar de ter assumido, não fez exame de dna

O goleiro Bruno Fernandes , condenado pela morte e ocultação de cadáver da sua ex-amante, Eliza Samudio , revelou, durante entrevista ao programa "SuperPop", da RedeTV!, que não tem certeza se é realmente o pai de Bruninho, fruto de seu relacionamento com Samudio, assassinada em 2010.

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"Tenho que ver se ele é meu filho mesmo ou não, porque eu assumi, mas não fiz dna. (...) Assumi porque ele nunca teve nada a ver com a história e ele é uma criança para quem quero ter a oportunidade de um dia explicar toda a verdade", afirmou o goleiro Bruno .

O goleiro Bruno foi contratado pelo Boa Esporte após ser solto, mas depois voltou à prisão
Divulgação
O goleiro Bruno foi contratado pelo Boa Esporte após ser solto, mas depois voltou à prisão

O ex-atleta do Flamengo fez questão de ressaltar que está em regime fechado, apesar de recentemente ter recebido permissão da Justiça para dar aulas de futebol a crianças e adolescentes na cidade de Varginha (SP), onde está preso atualmente.

"Estou no regime fechado, mas aqui atende tanto presos do regime fechado, como do provisório e do semiaberto", disse. Ele também afirmou que se arrependeu e aprendeu muito depois do acontecimento.

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"Enxergo a prisão como um aprendizado de vida e não como uma punição. Tenho a consciência de que errei e a consciência do ser humano fala mais do que as palavras. (...) O ser humano é passível de erros. Primeiro você reconhece que errou, depois você se arrepende do que fez e por último você simplesmente abandona", acrescentou.

Soltura e prisão

Em fevereiro deste ano, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, concedeu habeas corpus ao jogador , que foi solto após 6 anos e 7 meses. No início de março, o Boa Esporte, de Minas Gerais, anunciou a contratação de Bruno  e causou revolta em todos do mundo do futebol. O clube perdeu patrocinadores, mas, mesmo assim, manteve a negociação.

No dia 25 de abril, a Primeira Turma do STF derrubou a decisão  de Marco Aurélio, que manteve sua posição, e mandaram o goleiro Bruno de volta à prisão. Dois dias depois, a Justiça de Minas expediu o mandado de prisão e o atleta se entregou . A última novidade no 'caso Bruno' se deu no início deste mês, quando a Justiça o autorizou a dar aulas de futebol para crianças e adolescentes.

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