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Marcelo Ventola, o Marcelinho, é apontado como o atirador no assassinato de Moacir Bianchi

Marcelinho tem envolvimento com o PCC e é o principal suspeito da morte de Moacir Bianchi
SBT / Divulgação
Marcelinho tem envolvimento com o PCC e é o principal suspeito da morte de Moacir Bianchi

A investigação do assassinato de Moacir Bianchi, um dos fundadores da Mancha Verde, é feita sob sigilo pelo DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa), mas o principal suspeito pelo crime já tem nome: Marcelo Ventola, o Marcelinho. E de acordo informaçõed da TV Bandeirantes, ele é integrante do PCC, sendo o quinto nome na hierarquia do poder da facção criminosa.

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Marcelinho teve a prisão temporária decretada pela Justiça na última semana, mas está foragido. As autoridades, inclusive, acreditam que o membro do PCC já tenha fugido do País. Outros três suspeitos não tiveram o nome divulgado e seguem sendo investigados.

Ainda segundo a reportagem, Marcelo Ventola tem envolvimento em crimes como assalto a bancos e a construção de túneis para roubar o dinheiro de agências, sendo que já ficou preso por alguns anos por conta disso.

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A motivação do assassinato de Bianchi seria a disputa pela composição da nova diretoria da maior torcida organizada do Palmeiras. Apesar de participar das reuniões da Mancha Verde - posteriormente rebatizada de Mancha Alviverde - e pleitear um cargo na diretoria, o nome de Marcelinho não consta no cadastro dos associados.

O crime

Moacir Bianchi foi um dos fundadores da Mancha Verde e chegou a presidir a organizada
ARQUIVO PESSOAL / FACEBOOK
Moacir Bianchi foi um dos fundadores da Mancha Verde e chegou a presidir a organizada

Moacir Bianchi foi morto com vários tiros em emboscado no bairro do Ipiranga, Zona Sul da capital paulista, mais precisamente na Avenida Presidente Wilson. Horas antes do assassinato, o palmeirense esteve na sede da organizada para uma reunião de cúpula, onde seria decidido o destino da torcida. 

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O presidente da Mancha Alviverde, Anderson Nigro, conhecido como Nando, prestou depoimento no dia seguinte ao crime, mas foi liberado. Não foi comprovado qualquer envolvimento com a morte de Bianchi e com a facção criminosa PCC. Entretanto, a polícia trabalha com a hipótese de que o possível mandante do crime tem vínculo com a diretoria da uniformizada.

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