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Ivan Tozzo disse que a ficha não caiu e lamentou demais a tragédia com o avião que levava a delegação para Colômbia

Ivan Tozzo, vice-presidente da Chapecoense, chorou demais ao falar da tragédia
Reprodução / Globo News
Ivan Tozzo, vice-presidente da Chapecoense, chorou demais ao falar da tragédia

Ivan Tozzo, vice-presidente da Chapecoense, falou com a imprensa na manhã desta terça-feira após a confirmação do acidente com o avião do clube, matando 71 pessoas e deixando apenas seis sobreviventes. Chorando demais, ele lamentou a tragédia.

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"Até agora não caiu a ficha. Confio em Deus de que as coisas vão dar certo para nós e que a
Chapecoense tem que continuar", disse o dirigente, aos prantos.

"Um time que a gente ama, um time que a gente começou há muito tempo, estou há muito tempo envolvido. Sei de tudo que nós passamos. E agora, que chegamos, não vou dizer no auge, mas ficamos em destaque nacional, aconteceu uma tragédia dessa. É muito difícil, a tristeza é muito grande, mas precisamos ter fé em deus", completou Ivan Tozzo.

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Dos 22 jogadores à bordo, três sobreviveram: o goleiro Follmann, o lateral Alan Ruschel e o zagueiro Neto. Além deles, o jornalista Rafael Henzel, o técnico da aeronave chamado Erwin Tumirie a comissária de bordo identificada como Jimena Suarez também saíram com vida do acidente. O goleiro Danilo foi retirado com vida, mas morreu no hospital.

A tragédia na Colômbia

O avião que levava o time brasileiro para o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana sofreu um acidente na região metropolitana de Medellín, na Colômbia, na madrugada desta terça-feira. A administração do aeroporto José Maria Córdova, onde pousaria a aeronave, confirmou o ocorrido momentos depois.

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Ainda com informações da imprensa local e agências internacionais de notícias, o avião da Chapecoense, de prefixo CP2933, da empresa LAMIA Airlines, se acidentou pouco antes de chegar ao destino, no município de La Unión.  A Aviação Civil da Colômbia não exclui a possibilidade de ter acabado o combustível do avião. De acordo com o responsável pela Agência de Aviação Civil local (Aerocivil), Alfredo Bocanera, os investigadores começaram a analisar a chance do carburante ter acabado durante o voo.

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