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Atacante balançou menos as redes dos adversários, mas já tem quatro assistências, uma a mais do que em todo ano passado

Ricardo Oliveira antes da primeira final contra o Audax ao lado de David Braz e Victor Ferraz
IVAN STORTI/ SANTOS FC
Ricardo Oliveira antes da primeira final contra o Audax ao lado de David Braz e Victor Ferraz

O atacante Ricardo Oliveira não marca gols há um mês - o último foi anotado contra o Capivariano, em 3 de abril. Nesse período, o principal atacante do Santos  viu Gabriel se tornar o goleador do time no Campeonato Paulista  com sete gols - Ricardo Oliveira tem seis. O atacante minimiza o jejum e destaca a força coletiva da equipe.

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“Acho bom que nosso time não depende só de um. O Dorival tem um elenco, não um time. Ronaldo entrou e fez gols, Vitor Bueno também, Léo Cittadini, Joel... O importante é ter um elenco e o coletivo sobressai”, afirmou o atacante em entrevista coletiva.

Embora tenha feito menos gols, o atacante já tem quatro assistências, uma a mais do que na temporada 2015. Por outro lado, ele isenta os companheiros que preferem finalizar a fazer a dar o passe. "No jogo, a gente tem que tomar decisões e é muito rápido. Um detalhe pode te impedir de fazer o gol. Eu entendo que tem situações no jogo que acaba não vendo o companheiro posicionado”, comentou.

A falta de gols no Campeonato Paulista - no ano passado, ele foi o artilheiro com 11 - faz contraste com o seu prestígio na seleção brasileira. Nesta quinta-feira, ele foi convocado para a Copa América Centenário. Ao todo, já são 32 convocações e 16 jogos pela seleção. O atacante foi chamado ao lado de Gabriel e Lucas Lima.

"É um sonho de todo atleta. Eu me sinto como representante do Santos na seleção. O Santos pode até se sentir prejudicado por ter três atletas na seleção, mas nosso grupo é qualificado. O time não depende de apenas um jogador", disse.