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No total, os clubes gastaram 4,1 bilhões de dólares na compra de jogadores (R$ 14,7 bilhões), 2,6% a mais que em 2014

Gil é um dos atletas que foram para o futebol chinês
Getty Images
Gil é um dos atletas que foram para o futebol chinês


O futebol nunca esteve tão globalizado como em 2015 e os altos investimentos realizados pela China no mercado deram um novo impulso aos gastos com atletas. Dados apresentados pela Fifa nesta sexta-feira indicam que o último ano registrou um recorde de transferências internacionais de jogadores, num total de 13,5 mil, 3,1% acima dos volumes registrados em 2014.

No total, os clubes gastaram US$ 4,1 bilhões na compra de jogadores (R$ 14,7 bilhões), 2,6% a mais que em 2014. Desde 2011 a alta foi de 44% nos recursos gastos por times para garantir reforços. Só entre 2012 e 2013, a elevação foi de US$ 1,2 bilhão (R$ 4,3 bilhões).

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Os dados também mostram que, em média, jogadores transferidos ganham um salário anual de US$ 565 mil (R$ 2,028 bilhões). Os clubes ingleses foram os recordistas em gastos, com US$ 1,2 bilhão (R$ 4,3 bilhões).

Apenas dez países pelo mundo representam 80% dos gastos mundiais e, segundo a Fifa, a alta de 2015 tem uma relação direta com a entrada no mercado dos clubes chineses, levando dezenas de jogadores brasileiros e sul-americanos.

Só os clubes chineses já gastaram no início de 2016 e final de 2015 mais de R$ 180 milhões na compra de jogadores estrangeiros. Mais de 40 brasileiros, por exemplo, já atuam nos times do país asiático.