Sucateado, varzeano, esvaziado, desolador... Todos esses termos podem descrever o que foi o Campeonato Carioca de 2002, um estadual para se esquecer (menos para a torcida do Fluminense, que pelo menos ficou com o título).
Aquele torneio ficou conhecido como "Caixão", em referência a Eduardo Viana, o Caixa D'Água, presidente da FERJ (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro). Tão enfraquecido foi o torneio que não houve transmissão da Rede Globo.

Com a concorrência do Torneio Rio-São Paulo, os clubes grandes escalaram times reservas ou sub-20 no Carioca 2002. Assim, tivemos partidas históricas pelo lado negativo: como o Fla-Flu numa quinta-feira à tarde na Rua Bariri, com público menor que 100 pessoas.

O regulamento bizarro já classificava os grandes para a fase final, mesmo que fizessem campanhas pífias nas primeira fases. O Americano aproveitou e nadou de braçada... ganhou a Taça Guanabara e a Taça Rio. 
Na fase final só o Flu colocou time titular, enquanto os outros grandes foram eliminados. Jogadas durante a Copa do Mundo, as semifinais tiveram Fluminense x Bangu (decidido de forma polêmica, com um gol estranhamente anulado do goleiro do Bangu no último minuto) e Americano x Friburguense. Na decisão, o Flu foi campeão diante do Americano, em um Maracanã esvaziado.

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