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Relembre como foi o último Campeonato Brasileiro com um nordestino campeão - e não foi só isso: teve ainda Gre-nal do século e histórias incríveis de pênaltis

Quem viveu aqueles dias garante: Salvador nunca viu uma festa tão grande como a comemoração do título brasileiro do Bahia em 1988 - um carnaval fora de época, que na verdade aconteceu em 1989, quando o campeonato foi decidido. Desde então, não tivemos mais um time nordestino campeão brasileiro.

O Bahia campeão brasileiro era treinado por Evaristo de Macedo, tinha o polêmico presidente Paulo Maracajá e alguns dos maiores ídolos de sua história: Charles, Zé Carlos, Osmar e Bobô - o camisa 10 que foi imortalizado na canção Reconvexo, de Caetano Veloso ("quem nunca amou a elegância sutil de Bobô?")

Na decisão o Tricolor baiano derrotou um forte time do Internacional, que tinha acabado de vencer o Gre-Nal do século para chegar à decisão, com Abel Braga no comando. E aquele campeonato teve outras grandes histórias: pela primeira vez a CBF voltava a organizar o torneio depois das confusões da Copa União de 1987 e resolveu criar um regulamento bizarro: os jogos que terminassem empatados iriam para os pênaltis.

E essas disputas nas penalidades geraram grandes momentos: como o dia em que Zetti se machucou e o atacante Gaúcho defendeu pênaltis de Zinho e Aldair em um Palmeiras x Flamengo. Ou o dia em que Botafogo x Fluminense foram ao Maracanã apenas para cobrar pênaltis.

Confira isso tudo e muito mais que aconteceu no Brasileirão 1988.

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