Kobe Bryant e seu helicóptero
Arquivo pessoal
Kobe Bryant e seu helicóptero

O helicóptero que carregava Kobe Bryant e outras oito pessoas não contava com um sistema de alerta recomendado para informar o piloto de que ele estava muito perto do solo, disseram especialitas ao jornal britânico "Metro".

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Os investigadores ainda não sabem se a existência desse mecanismo evitaria o acidente que vitimou o ex-astro da NBA, uma de suas filhas e mais sete. É sabido que as condições climáticas em Calabasas, Califórnia, não eram adequadas no momento do voo.

A investigação que determinará as causas do acidente provavelmente se arrastará por meses. Como prevenção, porém, os especialistas sugerem que todos os helicópteros carregando seis ou mais passageiros sejam equipados com o Terrain Awareness and Warning System (TAWS), que faria soar um alarme em caso de risco de colisão.

Ainda de acordo com o "Metro", o piloto Ara Zobayan tentava passar por um bloco de nuvens quando o helicóptero inclinou à esquerda e começou uma queda de 2.000 pés (600 metros, aproximadamente) que durou cerca de um minuto.

— Sabemos que foi uma batida de grande impacto — disse Jennifer Homendy, especialista do National Transportation Safety Board.

O avião com Kobe Bryant e outras oito pessoas caiu na tarde de domingo (horário de Brasília) em Calabasas, próximo a Los Angeles (EUA). Entre os passageiros, estava uma das filhas do jogador, Gianna, de 13 anos. O corpo do astro da NBA foi identificado nesta terça-feira a partir das impressões digitais. Cinco vítimas ainda não tiveram seus corpos oficialmente reconhecidos.

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