O presidente da Fifa, Gianni Infantino, discursa com propostas contra o racismo durante o 74º Congresso da Fifa, em Bangkok, em 17 de maio de 2024
Lillian SUWANRUMPHA
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, discursa com propostas contra o racismo durante o 74º Congresso da Fifa, em Bangkok, em 17 de maio de 2024
Lillian SUWANRUMPHA

A Fifa anunciou, nesta sexta-feira (17), no âmbito de sua luta contra a discriminação no esporte, que os jogadores poderão fazer um gesto com as mãos cruzadas para denunciar ao árbitro atitudes de caráter racista.

A entidade máxima do futebol mundial declarou que o racismo se tornará um crime específico no código de disciplina do esporte, com punições "severas" que incluem a perda de partidas.

Durante o congresso anual dos 211 membros da Fifa em Bangcoc (Tailândia), se tomou "uma postura mundial contra o racismo", depois de vários meses de consultas com jogadores que sofreram abusos por parte de adversários ou torcedores.

O craque brasileiro do Real Madrid, Vini Jr., é uma das vozes com mais peso a ter denunciado o racismo no futebol.

Frequentemente alvo de insultos nos estádios espanhóis, o ex-jogador do Flamengo, de 23 anos, começou a chorar recentemente em uma coletiva de imprensa, relembrando sua luta contra a discriminação. Um amistoso simbólico entre Espanha e Brasil foi organizado no final de março com esse objetivo.

    AFP

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