Contra o Ituano, faltou ao Vasco ser o que o time já mostrou ser possível
Felippe Rocha
Contra o Ituano, faltou ao Vasco ser o que o time já mostrou ser possível


Começar mal a partida não é novidade. Em quase todos os jogos nesta Série B, o Vasco demorou até se encontrar em campo. Mas quase sempre se encontrou. E quando isso aconteceu se deu por um gol que parecia nascido de um lance fortuito, por acaso. Não era acaso. Era a letalidade. Tudo o que faltou para o time na última terça-feira, contra o Ituano.

Pois se o início do filme foi o mesmo e até o roteiro de gol a partir de bola parada se manteve, a diferença esteve, principalmente, nas chances desperdiçadas. Foram duas bolas na trave e o lance mais importante: o gol perdido por Erick, que deu margem para o contra-ataque do Ituano inaugurar o placar.

De resto, a dificuldade de gerar volume não é novidade. É desafio para Maurício Souza. De fato o Vasco dominou a posse da bola durante longos períodos, mas isso não se traduzia necessariamente em acertos.

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O técnico do Cruz-Maltino tem um desafio: fazer o time produzir mais ofensivamente sem desguarnecer na defesa. Parece evidente, certamente o treinador sabe, mas se o ataque ainda não flui, a retaguarda precisa voltar a garantir.

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