Especialista em marketing e gestão financeira destaca pontos positivos e negativos do investimento no mercado de e-sports
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Especialista em marketing e gestão financeira destaca pontos positivos e negativos do investimento no mercado de e-sports


O mercado de jogos virtuais tem crescido cada vez mais nos últimos anos, atraindo empresários. As possibilidades de investimento no setor são variadas, indo desde a compra de times de e-sports até patrocínios de campeonatos ou streamers. E, como em qualquer outro negócio, existem pontos positivos e negativos.

De acordo com o especialista em marketing e gestão financeira Sidnei Martins, o crescimento do setor de e-sports está diretamente relacionado à queda da audiência da TV. Com isso, patrocínios antes destinados aos programas televisivos estão sendo redirecionados para outros setores, fazendo com que o mercados como o de jogos virtuais cresçam cada vez mais.

"Um nicho que vem tomando forma crescente é o de e-sports, a TV tem caído muito e dando espaço aos jogos on-line, muito parecido com o conceito que temos dos esportes tradicionais, esse investimento consiste, em um time de atletas digitais que disputam campeonatos virtuais transmitidos pela internet”, destacou Sidnei Martins.

Os retornos são bem altos pois os jogos em uma temporada, chegam a pagar mais de 40 milhões de dólares (cerca de R$ 200 milhões) em um torneio. Fora isso, os atletas e os times acabam ganhando notoriedade e com isso retornos financeiros principalmente de publicidade”, completou o especialista em marketing e gestão financeira.

Apesar das vantagens do investimento no setor de e-sports, vale sempre ficar atento aos riscos, como destacou Sidnei Martins.

“Investir nesse segmento necessita conhecimento do jogo além de boa alocação de recursos, pois muitos times são alojados em locais estruturados, com alimentação e ambientação. Outra questão é que, com o crescimento do consumo de jogos virtuais, os atletas jogadores também estão saindo cada vez mais caros”, ressaltou.

“Outros cuidados que os investidores devem ter, é que os jogadores precisam ser tratados como trabalhadores CLT, pessoas jurídicas com CNPJ ou também a lei Pelé, vale ressaltar que qualquer contratação poderá ter implicações legais”, concluiu.

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