Du Queiroz fala sobre evolução com as chegadas de Maycon e Vítor Pereira no Corinthians
Fábio Lázaro e Gabriel Teles
Du Queiroz fala sobre evolução com as chegadas de Maycon e Vítor Pereira no Corinthians


Prata da casa, o volante Du Queiroz tem conquistado cada vez mais o seu espaço no Corinthians , com a chegada do técnico Vítor Pereira. O camisa 37 esteve em 14 dos 15 jogos do Timão sob o comando do treinador português, seja começando como titular ou entrando no decorrer das partidas.

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O meia corintiano revelou uma conversa que teve com Vítor na chegada do ‘professor’ ao clube alvinegro e o que isso tem acarretado na evolução do atleta.

- Com a chegada, ele me chamou para conversar, me perguntou se eu estava aberto a aprender e eu disse que sim. Estou evoluindo em características técnicas, saída de jogo, que ele preza bastante. Foi importante a chegada, mas desde que eu cheguei ao profissional eu estou evoluindo o bastante, tem sido importante para mim e creio que têm muito mais coisas para evoluir técnico tático e muitas coisas boas para vir - disse o meia corintiano.

Du Queiroz disse que não há muita diferença nos treinos comandados pela comissão técnica de Vítor Pereira em relação a outros treinadores, mas destacou a intensidade do trabalho.

- Acho que é um pouco mais intenso, treino intenso, mas não é tão diferente. Ele vem numa proposta de marcar alto, essa pressão precisa fazer nos treinos, e a única diferença é isso - destacou Queiroz.

Outra chegada que tem sido positiva para Du Queiroz foi a do meia Maycon. O jogador retornou ao Corinthians no início de abril, fez oito jogos, sete como titulares e seis tendo Du ao lado.

- Estou muito feliz. Essa oportunidade está vindo e estou tentando agarrar da melhor forma impossível, Maycon é excelente jogador, estamos fazendo boa parceria e espero continuar. Feliz com os minutos que o professor vem me dando e estou aproveitando o máximo possível - disse o jovem atleta – afirmou Du Queiroz.

- Foi importante, nós dois temos características parecidas de jogo e um acrescentou o outro, ajudou, e isso tá dando uma boa sequência para a gente – concluiu o jogador.

Confira outras respostas de Du Queiroz na coletiva:

Divisão de competições

- A gente não tem muito isso na nossa cabeça, todos os campeonatos são importantes, mas é impossível jogar todos os jogos. Onde o professor colocar, Brasileiro, Libertadores, a gente tem que estar preparado para fazer bons jogos e sair com o resultado de vitória.

Falta de gols

- Meu pai enche o saco. Eu me cobro também. É importante o volante chegar na área e fazer gol estou chegando na área, mas acho que Deus está preparando o momento certo para os gols.

Pressão com atletas da base

Tô há dez anos no clube, acredito que a pressão da torcida seja natural. Paciência é normal, a gente precisa aprender e crescer, acredito que em um clube como Corinthians essa pressão é natural, e a gente precisa crescer, aprender e dar o melhor.

Necessidade ofensiva

- (Precisa) Caprichar um pouco mais nas finalizações. Estamos chegando, temos oportunidades de gols, mas não conseguimos fazer. No último jogo tivemos cinco, seis chances claras de gols e não conseguimos fazer.

Evolução defensiva

A marcação começa desde a frente, o que está ajudando é a pressão que a gente começa desde os zagueiros, é consequência de um trabalho que tem sendo feito do Vítor e creio que a tendência é só continuar.

Empate com o Deportivo Cali-COL

- Sabemos que jogar fora de casa contra equipes com essa é difícil. A gente fica chateado porque tivemos chances perdidas, mas pontuar fora de casa também é importante.

Duelo contra o Bragantino

- A gente vai continuar fazendo mesmas coisas dentro e fora de casa, pressão o tempo todo, atacar a bola, e fazendo isso a acho que a vitória chega perto da gente.

Duelo contra o Boca Juniors

- A gente sabe que tem muitos jogos pela frente, dois jogos até lá, mas é tentar fazer o máximo possível do que vemos fazendo. Pressão o tempo todo, atacar a bola para sair vitorioso de lá também.

Assédio desde a promoção ao time principal

Aumentou (assédio), a gente fica feliz, no começo é sempre gostoso, meu sonho sempre foi esse, e estar em um time como o Corinthians não tem como, você é sempre identificado, assédio aumento bastante.

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