Bustos assume culpa pela dorrota e disse que time esteve
LANCE / DIÁRIO DO PEIXE
Bustos assume culpa pela dorrota e disse que time esteve "frouxo"


O técnico Fabián Bustos assumiu a responsabilidade pela derrota do Santos para o Coritiba, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira. A partida foi válida pela terceira fase da Copa do Brasil, jogo de ida.

Com o revés, o Peixe precisa buscar a vitória por dois gols de diferença no confronto de volta, marcado para o dia 12 de maio, na Vila, para garantir a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. Se vencer por um gol de diferença a decisão vai para os pênaltis.

"O principal responsável (pela derrota) sou eu. Não fizemos o que planejamos. Não estivemos bem taticamente e defensivamente no primeiro tempo, com muitos erros. O principal responsável sou eu. João Paulo salvou, mas poderia ser 1 a 1 com o pênalti. O Brasil inteiro viu o pênalti e nós nos levantaríamos emocionalmente. Melhoramos no segundo tempo, mais equilibrados. Sou o responsável por erros individuais, táticos e coletivos. Não me eximo da responsabilidade, mas poderia ser empate. Jogamos muito mal no primeiro tempo, erros táticos e individuais, tudo minha responsabilidade. E o jogo está aberto. São 180 minutos", disse Bustos em sua entrevista coletiva após o confronto.

A primeira etapa para o treinador foi considerada a pior parte. O Peixe sofreu uma série de ataques do time mandante e o pior só não aconteceu graças ao goleiro João Paulo, que realizou pelo menos 9 grandes defesas.

Nos primeiros 25 minutos de jogo, o Coritiba criou mais de cinco grandes oportunidades de marcar. Após o gol de Alef Manga, o Peixe conseguiu respirar um pouco na partida.

"Muito mal o primeiro tempo, sobretudo os primeiros 15, 20 minutos. Intensidade, posicionamento, recuperação. Mal. Sem tirar os méritos do Coritiba, mas nós estivemos frouxos. Sem pressionar, sem lutar por cada bola como tem que ser. João Paulo nos salvou em pelo menos três ou quatro chances claras de gol. Sofremos o gol no contra-ataque. Mas é impossível não comentar o que nos ocorre em todo jogo. O pênalti foi muito, muito, muito claro. Um erro colossal. E eu sou expulso quando é erro dele? Contestei com respeito, nunca insulto. São três jogos seguidos sofrendo com erros da arbitragem. É uma situação complicada, que tomara que não aconteça mais. Hoje não fazia falta o VAR. Todo Brasil viu o pênalti", completou o treinador.

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