Incentivador de projetos sociais, empresário destaca o poder de transformação do esporte
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Incentivador de projetos sociais, empresário destaca o poder de transformação do esporte


Projetos sociais voltados ao esporte são uma ferramenta importante na revelação de atletas no Brasil. Quem acompanha MMA, boxe, jiu-jitsu, futebol e até ginástica sabe que a maioria dos ídolos brasileiros só se tornaram grandes campeões graças a ações que os proporcionaram a oportunidade de treinar quando jovens. Infelizmente, a maioria das ações não recebe auxílio governamental.

Alguns, conseguem apoio através de iniciativas privadas. Um grande entusiasta do esporte como ferramenta de transformação, Joel Cumani, CEO das Drogarias Cumani, é um dos empresários que faz questão de apoiar os projetos de iniciação. Na semana passada, ele esteve na Granja Comary acompanhando de perto o treinamento de amigos que vieram da periferia e hoje integram a Seleção Brasileira.

"Assim como muitos atletas que levam a bandeira do Brasil para o mundo, eu também vim de uma classe social humilde, então sei da importância de se investir na garotada. O Brasil é um terreno fértil de talentos, mas o funil que abre caminho para o sucesso é muito estreito. Por isso, eu faço o que posso para dilatar essa passagem", explica.

"Nossa empresa reserva parte do orçamento para destinar a ações sociais, tantas voltadas à educação quanto ao esporte. O esporte, inclusive, abrange tanto a atividade física quanto os ensinamentos sociais. Por isso, talvez, seja a ferramenta mais completa no que tange à formação de cidadãos", complementa o empresário.

Além de ações no futebol - a Drogarias Cumani já patrocinou o Campeonato Carioca e atualmente investe no time do Olaria -, Joel Cumani apoia atletas e projetos relacionados às artes marciais. Embora não esconda o desejo de que dessa ações saiam grandes campeões, ele afirma que o principal intuito é outro.

"No melhor dos mundos a gente quer que desses projetos surjam novos novos Minotauro, Anderson Silva… mas sabemos que o topo no esporte é limitado. Então, o objetivo é fazer craques em todas as profissões: se o aluno decidir ser advogado, que seja um dos melhores; engenheiro, também; vendedor de sapato, idem…", destaca.

"O caminho que a gente quer que eles trilhem é o do sucesso na carreira que escolherem. Nos projetos de luta que a gente apoia, a gente quer que o aluno absorva os ensinamentos da filosofia marcial, que envolve respeito à hierarquia e até mesmo ao rival, o respeito ao ambiente, saber ganhar, perder, dar a volta por cima", exalta.

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