Em live do L!, ex-atacante Jonas exalta Jorge Jesus e avalia segunda passagem do treinador pelo Benfica
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Em live do L!, ex-atacante Jonas exalta Jorge Jesus e avalia segunda passagem do treinador pelo Benfica


Ídolo do Benfica, o ex-atacante Jonas analisou a segunda passagem do treinador Jorge Jesus pelo time de Lisboa, entre agosto de 2020 e dezembro do ano passado. Para o Mestre, faltou um pouco de paciência da torcida com o Mister, que saiu dos Encarnados sem títulos.


Ele lembrou que Jorge Jesus fez história em sua primeira passagem e, por isso, chegou com muito entusiasmo da torcida. Além disso, o Benfica vinha de uma temporada decepcionante (2019/2020):

- A segunda passagem do Jesus no Benfica gerou muita expectativa, mas houve uma reformulação no elenco, o que dificultou muito no processo para o grupo engrenar. O time havia perdido o campeonato no ano anterior e queria a volta dele para voltar a vencer. Eu participei de uma temporada com ele no comando. Foi o Jesus, inclusive, quem pediu a minha contratação. É um treinador espetacular - comentou Jonas, em entrevista ao LANCE! em live LANCE! em live da Pré-Champions, na última quarta-feira.

Histórias de Jesus e Jonas no Benfica

Jonas atuou pelo Benfica entre 2014 e 2019, quando se aposentou. Lá, ganhou nove títulos oficiais, fez mais de 120 gols e entrou no top-15 de maiores artilheiros do clube

Já a primeira passagem de Jesus pelo Benfica foi entre 2009 e 2015. No período, ele conduziu o time a dez taças nacionais e interrompeu o tetra do Porto na Primeira Liga (de 2005/2006 até 2008/2009).

- Temos uma ótima relação. Mas quando cheguei, ele já estava há quatro ou cinco anos, com grupo formado, todos já sabiam como o Jesus gostaria que o time jogasse. Não é fácil abraçar as ideias dele, pois é muito exigente. É algo que leva tempo. Não é da noite para o dia que se faz um vencedor. A pressão no Benfica é muito grande, e com os investimentos, pensavam que o título viria. Por isso acabou saindo. Mas a história dele lá é muito bonita. Responsável por acabar com a hegemonia do Porto. - concluiu Jonas.

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