Enaltecendo história de colombianos no Palmeiras, Atuesta diz que quer o 'pico mais alto': o Mundial
Alexandre Guariglia e Rafael Ribeiro
Enaltecendo história de colombianos no Palmeiras, Atuesta diz que quer o 'pico mais alto': o Mundial


Faustino Asprilla, Freddy Rincón, Pablo Armero, Yerry Mina e até Harold Lozano. Em sua apresentação oficial no Palmeiras , na tarde desta quinta-feira (13), o volante Eduard Atuesta mostrou que quer continuar o legado de outros conterrâneos no Verdão. E, para isso, é direto em sua colocação que veio ao clube alviverde em busca do título do Mundial de Clubes , competição prioritária da equipe no primeiro semestre, que será disputada em fevereiro, nos Emirados Árabes Unidos.


- Conheço a história do Palmeiras e de vários jogadores colombianos importantes para nosso país que passaram por aqui e sempre foram um orgulho para nós. É muito bonito saber que os colombianos que foram nossos ídolos abriram as portas para a gente poder jogar aqui.

Rincón é o nome mais famoso no Brasil na lista dada pelo novo camisa 20 palmeirense. Trazido ao país pelo Verdão em 1994, foi vendido à Europa e trazido de volta ao clube um ano e meio depois. Acabou fazendo carreira no futebol brasileiro atuando por Corinthians, Santos e Cruzeiro e treinando diversas equipes pequenas em divisões de acesso.

Ídolos recentes, Mina e Armero ainda estão vivos nas lembranças palestrinas. Lozano é o mais obscuro, chegando ao Verdão em 1995 e indo embora no mesmo ano sem deixar saudades.

Um dos maiores nomes do futebol colombiano, Asprilla chegou ao Palmeiras em 1999 com a mesma missão de Atuesta: ganhar um Mundial. Diferente da ocasião, quando o clube acabou perdendo a decisão para os ingleses do Manchester United, desta vez o reforço contratado junto ao Los Angeles FC mostra otimismo em voltar de Abu Dhabi com o troféu.


- Vejo essa oportunidade no Palmeiras como uma escalada em minha carreira, uma oportunidade para fazer história, para crescer como jogador, para jogarmos muito bem e colocar esse campeonato em nosso escudo, para a nossa gente. É uma grande oportunidade em minha carreira. E espero aproveitar.

E depois de ver as partidas que levaram o Palmeiras às duas conquistas seguidas da Copa Libertadores, o volante diz que o mais difícil já foi alcançado. É hora de saltos maiores.

- Manter a equipe campeã era o mais difícil. mas agora estamos lá em cima. É hora de encontrar um pico ainda maior. E esse pico é o Mundial de Clubes.

TABELA

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