Campanha do Atlético-MG em 2021 tem marca de estrangeiros e Zaracho como grande destaque
Marcellus Madureira-Valinor Conteúdo
Campanha do Atlético-MG em 2021 tem marca de estrangeiros e Zaracho como grande destaque


O 2021 abençoado que o atleticano vive até agora, com a comemoração do título Brasileiro após 50 anos sem a conquista, além da Taça do Campeonato Mineiro e a disputa pela Copa do Brasil - com o Galo na final, que começa neste domingo, no Mineirão, contra o Athletico - passou também pelos pés dos estrangeiros. A equipe mineira contou com sete atletas de fora do Brasil, boa parte deles com suas parcelas altas de contribuição para a temporada.

O que mais se destacou em 2021 foi Matias Zaracho. O argentino chegou em outubro de 2020, a pedido de Jorge Sampaoli. No entanto, só ganhou notoriedade no Campeonato Mineiro deste ano, curiosamente, com a equipe considerada reserva. As boas apresentações no estadual renderam oportunidades com Cuca no time titular e, aos poucos, ele foi ganhando abertura. Agora, Zaracho é um dos principais nomes do elenco que conquistou o país, tem 13 gols em 56 jogos, além de quatro assistências.

Outro nome importante do elenco alvinegro é Júnior Alonso. Apesar de ter se destacado mais com Jorge Sampaoli - aliás foi um pedido do argentino enquanto foi treinador do Galo - teve maior regularidade ao lado de Nathan, com o técnico Cuca. Termina o Brasileirão com a taça e sendo membro da melhor defesa do campeonato, com apenas 30 gols sofridos.

Na lista de atletas importantes, Nacho também aparece. O argentino chegou em Belo Horizonte após muita expectativa e não deixou de corresponder. A pedido de Jorge Sampaoli, o meia não chegou a trabalhar com o treinador que deixou o Galo para o futebol francês. Mas se adaptou bem com Cuca. Ele terminou o Brasileirão com 50 jogos, 10 gols e 11 assistências. Vale ressaltar que Nacho perdeu rendimento na reta final do Brasileirão e terminou a competição como reserva.

O atacante Savarino também foi uma peça importante na maior parte do Campeonato Brasileiro. Nos últimos jogos, sobretudo após a chegada de Diego Costa, uma lesão que o venezuelano sofreu, passou a ficar mais tempo no banco de reservas, com poucas oportunidades. Mas chegou a fazer até agora 38 jogos e marcou sete gols, além de oito assistências.

O chileno Eduardo Vargas é um personagem que se destacou também na temporada. Apesar de ter sido bastante criticado por algumas atuações - além de um incrível gol perdido quando o Galo precisava de um tento para se classificar na Copa Libertadores - o atleta finaliza a temporada até agora com 40 jogos, 10 gols e quatro assistências. Porém, diante de um elenco forte, recheado de peças, perdeu espaço e hoje é reserva. Os rumores são de que o chileno está insatisfeito com a atual situação e gostaria de ser negociado.

Decepções também aparecem na lista

No elenco atleticano também existem as decepções. E elas ficam com Alan Franco e Dylan Borrero. O equatoriano finalizou o ano com 14 jogos, sem assistências e gols. E não se apresentou como a torcida atleticana esperava e bem ao contrário de sua chegada, com o técnico Jorge Sampaoli, quando teve mais espaço para apresentar seu futebol. Atualmente, segundo apurou o L!, a tendência é que seja liberado por empréstimo para que tenha vaga caso o Galo consiga algum negócio com um jogador estrangeiro.

Já Dylan, "a joia colombiana", pelos lados de Minas Gerais ainda é apenas uma bijuteria. No entanto, nas chances que teve com Cuca, soube aproveitar as oportunidades, fez 25 jogos, dois gols e três assistências. Por ser jovem, conta com a paciência do torcedor e da diretoria alvinegra.

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