IAQ: a queda de Sam Darnold retratada em números
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IAQ: a queda de Sam Darnold retratada em números


Bancado no Carolina Panthers, que conta com o retorno de Cam Newton, após jornadas ruins nas últimas semanas, Sam Darnold também pode dividir um pouco da culpa do mau desempenho com seus recebedores. No Índice de Auxílio ao Quarterback (IAQ), elaborado por Rafael Kutter, Sam Darnold vê os jogadores do Carolina Panthers na penúltima colocação quando o assunto é mãos seguras.

Os wide receivers, tight ends e running backs da franquia de Charlotte só têm menos drops que os playmakers do Miami Dolphins, e isso quando o quarterback é Jacoby Brissett. Se os números analisados forem um combinado entre Tua Tagovailoa e Brissett, ninguém supera os jogadores de skills positions dos Panthers. Entretanto, de jardas após a recepção, Darnold não pode reclamar. Seus passes – que não caem no chão – geraram mais de 5.50 jardas após a recepção em 2021.

Analisar os números dos recebedores dos Panthers com Cam Newton nas próximas semanas nos ajudará a entender o quanto da culpa dos drops pode ser colocado no entorno de Darnold. Se os números seguirem ruins, os atletas de Carolina precisam de mais tempo treinando recepção. Se os números melhorarem, talvez os passes de Darnold não estejam chegando limpos para que a recepção seja realizada.

O que é o IAQ

Através de estatísticas de passes dropados (que são possíveis de recepção, mas o recebedor deixa cair), tentativas de passe e jardas conquistadas após a recepção - todas coletadas no site norte-americano Pro Football Reference -, o brasileiro Rafael Kutter tenta entender como os atletas no entorno de um quarterback o estão auxiliando a obter um bom desempenho na NFL.

Ou seja, para cada lançamento possível de ser recebido, foi avaliado se o recebedor deixou a bola cair e quantas jardas ele percorreu após ter a bola em sua mão, contribuindo, assim, para aumentar estatísticas do quarterback e auxiliar nas vitórias.

Claro que há outros dados não contemplados na estatística, como jardas distantes do marcador ao percorrer uma rota – aumentando assim a janela de lançamento do quarterback - ou análises mais subjetivas, como leitura de um recebedor para determinada cobertura. Mas o gráfico tende a dar uma ideia de quais quarterbacks estão melhores assistidos por seu time ofensivo na NFL.

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