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Presidente do Palmeiras admitiu que ficou envergonhado ao saber na manhã desta quinta-feira, no aeroporto, da derrota por 6 a 2 para o Mirassol

Wesley avança com a bola na goleada humilhante sofrida pelo Palmeiras
CÉLIO MESSIAS / Gazeta Press
Wesley avança com a bola na goleada humilhante sofrida pelo Palmeiras

Paulo Nobre admitiu que ficou envergonhado ao saber na manhã desta quinta-feira, no aeroporto, da derrota por 6 a 2 para o Mirassol. Mas, em conversa com o elenco, minimizou a sensação. O presidente usou o mesmo termo adotado por Gilson Kleina para definir a goleada: fatalidade.

"Uma derrota de seis nunca é normal, mesmo com um time totalmente desfalcado. Mas é um tipo de fatalidade que acontece no futebol", discursou o dirigente, após citar os oito desfalques para o jogo no interior. "O que não pode faltar nunca é comprometimento e raça em campo."

A ação do presidente, corroborada pelo diretor executivo José Carlos Brunoro e pelo gerente de futebol Omar Feitosa, é de blindar os jogadores, já que reforços não devem chegar. Por isso, discursou nas dependências internas da Academia de Futebol ao lado da comissão técnica quando confirmou a permanência de Gilson Kleina.

"Tivemos uma reunião antes com o elenco todo primeiro para dividir a responsabilidade, como sempre. Como colocamos desde o início, estamos formando um grupo no Palmeiras e daí sai uma equipe. Sempre colocamos a palavra ‘nós’", contou Brunoro.

Até para argumentar que Kleina fica, o termo fatalidade foi adotado. "O planejamento foi traçado envolvendo todas as competições ao longo do ano e o Kleina está desenvolvendo o trabalho dele, colocando o time no maior número de jogos possível. Ontem foi uma fatalidade", repetiu Nobre.