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Tênis
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Com Federer e 'azarões', ATP Finals define finalistas neste sábado

O suíço é o único ‘top 4’ nas semifinais e segue como principal favorito ao título em Londres

Felipe Rocha, especial para o iG, em Londres |

O ATP Finals, em tese, é o torneio que reúne apenas o melhor do tênis: a disputa se restringe aos oito principais tenistas da temporada, oferece premiação milionária e pontuação que só não supera a dos quatro Grand Slams. A edição de 2011, porém, chega às semifinais marcada por contusões, abandono e reclamações do calendário.

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O ano foi de domínio absoluto e inédito dos tenistas ‘top 4’. Pela primeira vez na história, todos os treze principais troféus da temporada (4 Grand Slams e 9 Masters 1.000) ficaram nas mãos do quatro melhores do ranking: Novak Djokovic, Rafael Nadal, Andy Murray e Roger Federer.

A hegemonia, entretanto, não foi vista na primeira fase do torneio londrino: apenas Federer apresentou um desempenho convincente, com três vitórias em três partidas, e segue como principal favorito ao título. Djokovic e Nadal foram eliminados após duas derrotas em seus grupos e repetiram o discurso apontando o cansaço como maior vilão, enquanto Murray, com dores na virilha esquerda, abandonou a disputa depois de perder para David Ferrer na primeira rodada.

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As duas semifinais serão disputadas neste sábado: às 12h, no horário de Brasília, Roger Federer enfrenta David Ferrer, enquanto o francês Jo-Wilfried Tsonga duela com o tcheco Tomas Berdych, às 18h.

"É claro que também estou cansado, mas tenho um grande jogo amanhã (sábado), e vou lutar para tentar vencê-lo”, disse o espanhol Ferrrer, que perdeu todos os onze confrontos com Federer na história. “Pelo menos, ganhei dele no treino que fizemos nesta semana”, brincou o espanhol. 

O único dos favoritos que passa imune aos problemas físicos é o atual campeão do torneio, Roger Federer. O suíço pode se tornar o único tenista a vencer o ATP Finals pela sexta vez.

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Felipe Rocha
Número 1 do ranking da ATP, Djokovic foi uma das decepções do torneio, junto com Nadal
“Fico surpreso que as coisas sempre saiam bem para mim neste torneio, pois é um dos mais duros e perigosos do circuito. São jogos contra os ‘top 10’, em melhor de três sets, em quadra indoor, onde geralmente alguns poucos pontos decidem o jogo”, disse.

Caso avance à decisão, Federer vai terminar o ano na terceira colocação do ranking, deixando Andy Murray em quarto. O título significaria ao suíço um novo recorde: o mesmo número de vitórias (39) de Ivan Lendl na história da competição.

“Acho que jogo um pouco por esse legado, por (fazer) história, livro dos recordes, tudo isso. Mas, é a imprensa que me lembra de todas essas marcas. Eu só quero continuar com elas, não penso em aposentadoria, apenas me concentro em jogar tênis no momento”, revelou Federer.

Com exceção de Federer, o título do Finals seria a maior conquista na carreia dos outros semifinalistas, uma vez que nenhum deles jamais venceu um Grand Slam. Tsonga esteve perto há três anos, quando perdeu a final do Aberto da Austrália para Djokovic.

“Esses dias assisti alguns vídeos de meus jogos em 2008 e vi quanta energia eu tinha, como corria mais rápido e batia mais forte na bola do que hoje. Mas, eu era louco dentro da quadra. Acho que neste ponto evoluí, sou melhor mentalmente e, por isso, conquistei bons resultados no ano”, avaliou Tsonga.

Tomas Berdych também tem um vice-campeonato de Slam no currículo (Wimbledon, em 2010), enquanto Ferrer alcançou as semifinais dos principais torneios do tênis em duas oportunidades, além de ter sido vice-campeão do ATP Finals, em 2007.

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