Equipes pediram cancelamento do GP e realização da prova continua incerta

A realização do Grande Prêmio do Bahrein segue ameaçada e o chefe comercial da categoria, Bernie Ecclestone, afirmou que não pode obrigar as equipes a irem ao país, que passa por violentos conflitos sociais e protestos desde o ano passado.

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A segurança de todos os envolvidos na Fórmula 1 é o principal temor das escuderias. O líder de um dos times, em depoimento anônimo publicado pelo jornal britânico The Guardian , disse esperar o cancelamento da corrida , assim como ocorreu em 2011.

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"Se os times não querem ir, eu não posso forçá-los", declarou Ecclestone, em resposta, ao jornal The Times desta terça-feira (10). No entanto, para o chefão da F1, a decisão de adiar ou cancelar a prova deve partir da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), dos organizadores, ou dos governantes barenitas.

Representantes de organizações de direitos humanos criticam a realização da prova no país , envolvido em uma delicada situação político-social, marcada pela repressão severa a grupos de oposição ao governo. Na última semana, um cidadão foi morto durante protestos contra a realização do GP , próximo ao circuito de Sakhir.

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