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Jogadora norte-americana foi destaque da final da Superliga, vencida pelo Sollys/Nestlé

Hooker e Thaísa fazem bloqueio na vitória do Sollys/Osasco
AE
Hooker e Thaísa fazem bloqueio na vitória do Sollys/Osasco
Quando Thaisa marcou o último ponto da vitória de 3 sets a 0 do Sollys/Nestlé sobre o Unilever, na final da Superliga feminina , neste sábado, no Maracanãzinho, a oposto Hooker correu para um membro da comissão técnica do time de Osasco e sacou um celular. Na linha, o pai Richard, que foi jogador do San Antonio Spurs, na NBA, e acompanhava tudo dos Estados Unidos. Emocionada, a jogadora desabou em lágrimas.

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“Ele é um grande incentivador meu, foi jogador de basquete, então sabe a emoção que é conquistar um título. É a melhor sensação possível. O time trabalhou muito duro para que esse dia fosse perfeito. Não esperava que fosse 3 a 0, os dois times são muito fortes”, disse a oposto do Sollys/Nestlé, que chegou ao time nesta temporada.

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A mudança de esporte mostrou que Hooker escolheu bem o esporte. Durante o segundo grau, a norte-americana praticou atletismo e até basquete, mas no vôlei encontrou seu ponto forte. E em Luizomar, um treinador que ensinou detalhes para aprimorar a habilidade.

“Ele é um grande treinador, me ensinou demais, alguns movimentos que tinha dificuldade. Sempre acreditou na nossa equipe e na possibilidade de conquistarmos o título”, completou a jogadora, que minimizou o bom desempenho individual na decisão.

“Não me preocupo em ser a melhor pontuadora ou receber prêmios individuais, mas em ajudar o time. A Superliga é um torneio muito forte, com várias jogadoras medalhistas olímpicas. Com certeza evoluí muito desde que cheguei aqui”, finalizou a campeã.