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Vôlei

15/07/2009 - 09:09

Campeãs do vôlei são recebidas com festa em São Paulo
Seleção infanto-juvenil conquistou tricampeonato mundial da categoria na Tailândia

Gazeta Esportiva

GUARULHOS - A seleção brasileira infanto-juvenil feminina de vôlei, que conquistou no último domingo o terceiro título mundial do país na categoria (1997, 2005 e 2009), desembarcou no Brasil no fim da tarde desta terça-feira. No saguão do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, o grupo campeão foi recebido e saudado por amigos e familiares, que fizeram uma grande festa com bolas coloridas, cornetas e cartazes.

Depois de passarem praticamente um mês fora de casa, as jovens jogadoras brasileiras não conseguiram disfarçar a emoção e a saudade no reencontro com os familiares. O sentimento era expresso no olhar de cada uma das campeãs. Levantadora e capitã da equipe, Rosane resumiu o pensamento do grupo após a conquista.

"Este é o melhor momento da minha vida. O time lutou muito e mereceu voltar ao país com o título de campeão mundial e ser recebido com toda esta festa", comentou a atleta, que manteve a tradição de títulos da família Maggioni, já que sua irmã mais velha, Renata, foi campeã mundial infanto-juvenil, em 2005, e juvenil, em 2007.

Com a conquista na Tailândia, o técnico Luizomar de Moura alcança seu terceiro título mundial comandando as seleções de base do Brasil - ele também foi campeão infanto-juvenil em 2005 e juvenil dois anos depois. Visivelmente emocionado, o treinador demonstrou toda sua satisfação com o desempenho da equipe.

"Foi um campeonato muito difícil e cercado de expectativas em relação à nossa equipe. O Brasil é o atual campeão olímpico feminino e todos os olhares nas principais competições sempre se voltam para a camisa verde-amarela. As meninas souberam lidar muito bem com a pressão. Mostraram que formam um grupo fechado e focado em seus objetivos. Este título representa o primeiro passo de uma grande caminhada que elas farão em suas carreiras", analisa o comandante.

Ao falar sobre o futuro das campeãs, porém, ele prefere adotar a cautela. "Ainda é cedo pra afirmar até onde essa garotada pode chegar. O futuro de cada uma depende de como vão colocar a cabeça no lugar após as conquistas que vierem. Será fundamental manter o foco no treinamento e a postura de equipe em seus clubes e nas próximas seleções que vierem a defender", aconselhou.

Para a meio-de-rede Ana Beatriz, de 16 anos, a conquista terá pouco tempo para ser saboreada. Apenas dez horas após chegar ao Brasil, a atleta, que foi considerada a melhor bloqueadora do Mundial Infanto-Juvenil, seguirá para o México, onde se juntará à equipe Juvenil, que disputará, a partir da próxima quinta-feira, o Mundial da categoria.

"Ser campeã é muito bom e quero ter esta sensação novamente. Estou cansada pela competição, mas s vontade me fará superar qualquer obstáculo. Sei que quando chegar ao México todas as meninas irão me ajudar. Assim como a equipe Infanto-Juvenil, a seleção Juvenil tem tudo para brilhar no Mundial e vamos lutar por isso", promete a central, fã das companheiras de posição Fabiana e Adenízia, da seleção adulta.

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