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País europeu está no Grupo Mundial do torneio desde 2003, ano que brasileiros fizeram parte da elite pela última vez

Vippcom
Após vitória fácil na repescagem, Brasil terá muito trabalho nos playoffs da Copa Davis
A seleção brasileira de tênis não contava com tanta má sorte no sorteio da repescagem da Copa Davis. Isso porque a equipe capitaneada por João Zvetsch tinha grandes chances de atuar em casa e contra um rival mais modesto. No entanto, sorteio realizado nesta quarta-feira colocou a Rússia como adversária do país. Para piorar, em solo europeu.

O Brasil tinha como possíveis adversários oito atuais integrantes do Grupo Mundial para enfrentar, e dispunha de 87,5% de chance de atuar em casa contra quem quer que fosse - jogaria fora apenas contra Israel ou Rússia. No entanto, o sorteio indicou os russos para o confronto que será disputado entre os dias 16 e 18 de setembro.

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Como russos e brasileiros nunca haviam se enfrentado na história da Davis, um novo sorteio foi feito para decidir qual a sede do confronto (o mesmo aconteceria se o adversário fosse Israel). Agora, o país do Leste Europeu tem dez dias para definir as arenas que sediarão o confronto, bem como o tipo de piso onde os jogos serão disputados.

A Rússia está no Grupo Mundial sair cair desde 2003, mesmo ano que o Brasil deixou de fazer parte da elite. Seus principais atletas são Mikhail Youzhny, número 17 do mundo, e Nikolay Davydenko, ex-líder do ranking mundial que atualmente está na 29ª posição, ambos à frente do melhor brasileiro, Thomaz Bellucci (34º do ranking).

Os demais confrontos da repescagem da Davis demonstram certo equilíbrio: Romênia x República Tcheca, Israel x Canadá, África do Sul x Croácia, Chile x Itália, Japão x Índia, Bélgica x Áustria e Austrália x Suíça.

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