Conselho aprova renovação de Memphis Depay com Corinthians

Osmar Stabile pediu posição do Conselho de Orientação (Cori) para compartilhar responsabilidade por novo contrato com atacante

Memphis deve renovar com Corinthians
Foto: Foto: Rodrigo Coca / Agencia Corinthians
Memphis deve renovar com Corinthians

O Conselho de Orientação (Cori) do Corinthians aprovou o novo contrato do atacante Memphis Depay em reunião nesta segunda-feira (17/8). A decisão final sobre a renovação cabe ao presidente Osmar Stabile, que retomou a negociação depois de encerrá-la e quis dividir a responsabilidade com o órgão do Conselho Deliberativo. O encontro durou mais de três horas e ocorreu de forma híbrida.

O CORI é um órgão estatutário de caráter consultivo do Corinthians. Entre suas atribuições estão analisar, acompanhar e orientar a diretoria executiva e a presidência em questões administrativas, financeiras e políticas do clube.

O conselho, porém, não tem poder para vetar negociações ou obrigar a diretoria a seguir suas recomendações. Ela funciona como um setor de “recomendação”.

Pessoas próximas ao jogador entendem que o acordo está avançado, restando apenas o “ok” do Corinthians, assim como ocorreu na primeira tratativa, que acabou frustrada.

Caso Memphis e Osmar assinem o novo contrato, o jogador deverá se reapresentar imediatamente no CT Joaquim Grava e ficar à disposição da comissão técnica. Existe, aliás, a possibilidade de o camisa 10 ser relacionado para o jogo contra o Rosario Central, nesta quinta-feira (20).

A negociação do Corinthians com Memphis

O Corinthians reabriu as conversas com Memphis depois de Stabile anunciar, na última terça-feira (11/8), a retirada da proposta de renovação. O pedido para retomar as tratativas partiu do próprio jogador, que criou uma relação próxima com o clube e não deseja deixar o Brasil neste momento da carreira.

A partir disso, Memphis aceitou flexibilizar as condições de pagamento. Do outro lado, a diretoria corintiana tenta reduzir em aproximadamente R$ 30 milhões o custo total do novo vínculo, atualmente estimado em R$ 157 milhões. O valor inclui os R$ 42 milhões referentes à dívida do contrato anterior.