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Político britânico já avisou que a cidade brasileira não pode deixar para fazer tudo em cima da hora

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Autoridades do governo britânico participam nesta quarta-feira de seminário no Rio para trocar experiências sobre o que foi feito na preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem, e o legado que será deixado para a capital fluminense após a Olimpíada de 2016.

O secretário de Estado Britânico para Cultura, Mídia e Esportes/Olimpíada, Jeremy Hunt, disse que, se o Rio quiser garantir seu legado, esse é o momento para tomadas de decisões. "Não dá para começar nada faltando dois ou três anos para os Jogos", alertou o político britânico.

O secretário estabeleceu outras duas prioridades para o Rio ter sucesso na organização dos Jogos de 2016: garantir todos os recursos com antecedência e alcançar consenso político entre os três níveis do poder público.

O vice-primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Nick Clegg, citou como exemplo de legado a revitalização da parte leste de Londres, antes degradada, que foi escolhida para a receber grande parte dos eventos dos Jogos Olímpicos de 2012 justamente para que fosse recuperada.

Presente no seminário, o presidente do Conselho Público Olímpico (CPO), Henrique Meirelles, afirmou que é importante que o custo da Olimpíada seja "motivo de orgulho, e não de aborrecimento, como foi com o Pan de 2007 (também realizado no Rio)".

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