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De qualquer forma, brasileira fez história, já que conquistou a primeira medalha da história do judô feminino

Lúcia Teixeira recebe a medalha de prata no pódio
Reprodução/Twitter/Brasil2016
Lúcia Teixeira recebe a medalha de prata no pódio

Na final do judô feminino, categoria até 57 kg, não deu para a judoca Lúcia Araújo Teixeira da Silva mais um ouro para o país.  Ela perdeu, por imobilização, para a ucraniana Inna Cherniak, em duelo durou um pouquinho mais de um minutos. A brasileira, porém, merece todas as palmas possíveis. Com a prata, ela fez história e conquistou a primeira medalha feminina no judô paralímpico brasileiro. Essa foi a sexta medalha do Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.

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Ainda nesta quinta-feira, na primeira fase, Abner Nascimento de Oliveira, na categoria até 73 quilos, perdeu para Mauricio Briceno, da Venezuela, enquanto Harley Damião Pereira Arruda, na categoria até 81 quilos, perdeu para José Effron, da Argentina.

Maior campeão paralímpico, Antônio Tenório compete na primeira fase amanhã (10 de setembro) de manhã, contra o alemão Oliver Upman, na categoria até 100 quilos. Também amanhã, o judoca Wilians Silva de Araujo enfrenta o iraquiano Garrah Albdoor nas quartas de final, na categoria acima de 100 quilos.

No judô feminino até 70 quilos, Alana Maldonado Martins compete nas quartas de finais com a britânica Natalie Greenhough. Na categoria acima de 70 quilos, Deanne Silva de Almeida disputa as quartas de final com a norte-americana Sarah Chung.

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Os atletas brasileiros participam em 12 categorias do judô e a expectativa da seleção é que possam conquistar de duas a três medalhas. No total, o judô já rendeu ao Brasil 18 medalhas na história dos Jogos, sendo quatro de ouro (todos conquistados por Antônio Tenório), cinco de prata e nove de bronze. 

*Com Agência Brasil