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Presidente da entidade, Thomas Bach defendeu modelo financeiro do COI e garantiu que o comitê continuará a mostrar solidariedade ao país

Estadão Conteúdo

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, declarou que espera que "nunca mais" o movimento olímpico passe por um "teste de estresse como ocorreu no Rio de Janeiro". A declaração foi feita ao final do Congresso do COI, que por três dias tratou da situação do Rio e do movimento olímpico.

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O presidente do COI, Thomas Bach
GUILHERME DIONíZIO/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente do COI, Thomas Bach

Questionado durante a coletiva de imprensa, Bach defendeu o modelo financeiro do COI que, apesar da recessão no Brasil, apresentou uma renda recorde entre 2013 e 2016.

"Se esse modelo passou por esse teste de estresse aqui, isso significa que ele é mais que robusto. A crise no Brasil é talvez a pior da história. É uma crise de estado, social, econômica. Existem desafios na saúde, no meio ambiente. Em todos os lugares que você olha, existe uma crise profunda", insistiu.

"O COI sempre se mostrou solidário. Nem sempre foi fácil e não está sendo fácil agora que falamos", admitiu Bach.

"Podemos dizer que o modelo financeiro dos Jogos sobreviveu a esse teste de estresse e espero que jamais tenhamos de enfrentar isso de novo no futuro", declarou, garantindo que iria continuar a mostrar solidariedade.