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Treinador da seleção brasileira, a vida do Brasil será difícil: "Temos que entrar em quadra com foco total"

No último Mundial feminino de handebol, o Brasil foi derrotado pela Romênia nas oitavas
Wander Roberto/Inovafoto
No último Mundial feminino de handebol, o Brasil foi derrotado pela Romênia nas oitavas

Nas últimas três edições do Campeonato Mundial Feminino de Handebol, nove seleções diferentes chegaram à semifinal, sendo oito da Europa mais o Brasil. E na conta não entram Suécia e Montenegro, semifinalista do último Campeonato Europeu. A seleção brasileira é uma das favoritas a subir ao pódio nos Jogos Olímpicos do Rio, mas faz parte de um grupo grande. Para o técnico Morten Soubak, quase todo mundo briga por medalha.

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"Ainda não sabemos quem são todas as seleções classificadas, mas arrisco dizer que dez das 12 equipes terão chances de medalha. Por isso, temos que entrar em quadra com foco total. Os jogos serão decididos no detalhe, assim como no Mundial", avalia o treinador da seleção brasileira.

Por enquanto estão na briga: Brasil (dono da casa e campeão mundial de 2013), Noruega (campeã mundial de 2015), Coreia do Sul (campeã do Pré-Olímpico da Ásia) e Espanha (campeã europeia de 2014). Também Angola e Argentina, representantes continentais estão classificadas, mas têm nível inferior.

As últimas seis vagas virão de três grupos do Pré-Olímpico Mundial, que será disputado entre 18 e 20 de março. Num estão Holanda (prata no último Mundial) e França (prata nos Mundiais de 2009 e 2011), no outro aparecem Romênia (bronze no Mundial de 2015), Dinamarca (três vezes campeã olímpica) e Montenegro (prata em Londres-2012). Já a última chave terá Polônia (semifinalista dos últimos dois Mundiais), Rússia (tricampeã mundial de 2005 a 2009) e Suécia (bronze no último Europeu).