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Menos cotado entre os representantes do Brasil no Mundial de Odense, na Dinamarca, Rafael Andrade conquista vaga por convite

Rafael durante treino em etapa da Copa do Mundo, em outubro
Divulgação/CBG
Rafael durante treino em etapa da Copa do Mundo, em outubro

Rafael Andrade, o menos cotado entre os representantes do Brasil no Mundial de ginástica de Trampolim, em Odense, na Dinamarca, acabou ficando com a vaga olímpica que cabe ao país-sede dos Jogos. Ele será o primeiro representante brasileiro no trampolim na história da Olimpíada. A modalidade foi introduzida nos Jogos na edição de Sydney-2000. Ele terminou na 36ª colocação. Carlos Ramirez Pala, o favorito no masculino, não completou o segundo exercício, e Camilla Gomes ficou em 43º.

"Estou muito feliz. É um sonho que foi concretizado e que marca o início da participação do trampolim brasileiro em Jogos Olímpicos. É motivo de muita honra para mim poder fazer parte desse evento em casa. Minha vida foi dedicada à ginástica e isso me trouxe esse presente", disse o goiano de 29 anos, que é pioneiro também em outra frente. Em Guadalajara-2011, ele conquistou a prata, primeira medalha do Brasil no Pan.

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Em abril, os 16 finalistas que não alcançarem a final do Mundial vão ao Pré-Olímpico. Os finalistas do Mundial de Odense asseguram vaga olímpica. Rafael terá vaga também no Pré-Olímpico, e tem a chance de se classificar sem depender do convite, que já está garantido. O Pré-Olímpico oferece cinco vagas na Olimpíada.

Carlos Ramirez Pala, que foi aos Jogos de Pequim como reserva e é heptacampeão brasileiro, saiu da área de saltos e caiu no colchão de proteção, sendo eliminado.

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