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Espanhola Marta Domínguez foi afastada por 3 anos pela Corte Arbitral do Esporte após anormalidade no passaporte biológico

EFE

Atleta espanhola Marta Domínguez
Reuters
Atleta espanhola Marta Domínguez

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) decidiu suspender a espanhola Marta Domínguez por três anos, nesta quinta-feira, por considerá-la culpada de violar a legislação antidoping por anormalidades em seu passaporte biológico (ABP) e ainda ordenou a anulação de todos os resultados obtidos por ela de 5 de agosto de 2009 a 8 de julho de 2013.

A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) e a Agência Mundial Antidoping (Wada) recorreram ao CAS há 14 meses após a decisão da Federação Espanhola de Atletismo (RFEA), em 20 de março de 2014, de não punir a fundista de 40 anos por irregularidades em seu passaporte biológico coincidindo com o tempo em que ela obteve o título mundial dos 3 mil metros com obstáculos, em 2009.

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A IAAF considerou que os valores sanguíneos presentes em seu passaporte biológico apontavam para um doping sanguíneo contínuo e pedia quatro anos de suspensão para a atleta.

No entanto, o Comitê de Competição e Jurisdição da Federação Espanhola não a considerou culpada e, em dezembro de 2013, decidiu não suspendê-la, o que levou a IAAF e a Wada a recorrerem em abril de 2014 ao CAS, que deu a sentença hoje.

Além do ouro nos 3 mil metros com obstáculos em 2009, Marta Domínguez conquistou outras duas medalhas em Mundiais, a prata nos 5 mil metros em 2001 e 2003. Nesse mesmo ano, foi vice nos 3 mil metros no Mundial indoor

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